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Primeiro-ministro reitera "total confiança" no ex-ministro da Defesa apesar de ser arguido no caso Tancos
Portugal 06.07.2019

Primeiro-ministro reitera "total confiança" no ex-ministro da Defesa apesar de ser arguido no caso Tancos

O secretário-geral do PS, António Costa, assegurou hoje manter “total confiança” no ex-ministro Azeredo Lopes.

Primeiro-ministro reitera "total confiança" no ex-ministro da Defesa apesar de ser arguido no caso Tancos

O secretário-geral do PS, António Costa, assegurou hoje manter “total confiança” no ex-ministro Azeredo Lopes.
Foto: LUSA
Portugal 06.07.2019

Primeiro-ministro reitera "total confiança" no ex-ministro da Defesa apesar de ser arguido no caso Tancos

António Costa, assegurou hoje manter “total confiança” no ex-ministro Azeredo Lopes, que foi constituído arguido no processo relativo ao chamado ‘caso Tancos’, até porque a comissão de inquérito parlamentar já fez “um trabalho esclarecedor”.

O primeiro-ministro, António Costa, assegurou hoje manter “total confiança” no ex-ministro Azeredo Lopes, que foi constituído arguido no processo relativo ao chamado ‘caso Tancos’, até porque a comissão de inquérito parlamentar já fez “um trabalho esclarecedor”.

“Tenho total confiança” no ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes e “acho que a comissão de inquérito parlamentar já fez um trabalho muito esclarecedor”, afirmou António Costa, em Braga.

O ex-ministro foi constituído arguido na quinta-feira no processo sobre o furto de Tancos, considerando que esta condição, apesar de garantir mais direitos processuais, é “socialmente destruidora”.

“Comunico que fui (quinta-feira) constituído arguido no processo relativo ao chamado ‘caso Tancos’. Esta condição, se é verdade que me garante mais direitos processuais, é absolutamente inexplicável tendo em conta os factos relativos ao meu envolvimento do processo, que foi apenas de tutela política”, referiu na altura, em comunicado enviado à agência Lusa.

Admitindo que “o dr. Azeredo Lopes está profundamente magoado com toda a situação”, o primeiro-ministro lembrou que “é importante que não restem quaisquer insinuações ou dúvidas sobre esta matéria”, defendendo, por isso, que a Justiça “investigue o que tem a investigar”.

Lusa

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