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Presidenciais. Se abstenção chegar aos 70% segunda volta será "quase inevitável"
Portugal 20.01.2021

Presidenciais. Se abstenção chegar aos 70% segunda volta será "quase inevitável"

Presidenciais. Se abstenção chegar aos 70% segunda volta será "quase inevitável"

Foto: Lusa
Portugal 20.01.2021

Presidenciais. Se abstenção chegar aos 70% segunda volta será "quase inevitável"

Lusa
Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa fez um apelo à participação nas eleições de domingo, defendendo que "o dia da votação deve decorrer com os portugueses a perceberem que é muito importante votarem" e votarem "respeitando as regras sanitárias".

O Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, apontou hoje uma segunda volta como provável, "quase inevitável", no caso de a abstenção nas eleições presidenciais de domingo atingir os 70%.

Marcelo Rebelo de Sousa falava durante um encontro com alunos na Escola Secundária Pedro Nunes, em Lisboa.

"Basta que a abstenção atinja 70% para tornar quase inevitável uma segunda volta, porque a abstenção pune em função da intenção de voto dos vários candidatos, atinge mais os que têm mais intenção de voto", referiu, no liceu onde estudou entre 1959 e 1966.


Presidenciais. Boletins de voto incluem candidato que não concorre
Eduardo Baptista é o primeiro que aparece nos boletins de voto, mas a sua candidatura foi considerada inválida pelo Tribunal Constitucional. Os votos colocados no quadrado junto ao seu nome serão considerados nulos.

Marcelo Rebelo de Sousa fez um apelo à participação nas eleições de domingo, defendendo que "o dia da votação deve decorrer com os portugueses a perceberem que é muito importante votarem, que é muito importante votarem respeitando as regras sanitárias".

O candidato presidencial mencionou que "inúmeras democracias assim o fizeram" durante a atual pandemia de covid-19.

"Acho que isso é uma maneira de mostrar um empenho na afirmação da democracia, não a suspendendo, não a paralisando, não a parando, não a adiando. Portanto, uma coisa é resposta serena e ponderada aos desafios da pandemia, outra coisa é afirmarmos a importância de vivermos em democracia, haja ou não pandemia", reforçou.


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