Portugueses passaram 173,9 ME em cheques 'carecas' até julho
Foto: Guy Jallay
De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal (BdP), hoje divulgado, foram 50.300 os cheques com insuficiência de provisão apresentados nos bancos nacionais até julho deste ano.
Os bancos devolveram 173,9 milhões de euros em cheques sem cobertura até julho deste ano, mais do que no mesmo período de 2017, segundo dados hoje divulgados.
Portugueses passaram 173,9 ME em cheques 'carecas' até julho
Os bancos devolveram 173,9 milhões de euros em cheques sem cobertura até julho deste ano, mais do que no mesmo período de 2017, segundo dados hoje divulgados.
De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal (BdP), hoje divulgado, foram 50.300 os cheques com insuficiência de provisão apresentados nos bancos nacionais até julho deste ano, que equivaleram a 173,9 milhões de euros.
No mesmo período de 2017, foram passados 56.200 cheques ‘carecas’, num total de 161,9 milhões de euros.
Ainda assim, o valor tem vindo a diminuir ao longo dos anos, tendo totalizado 267,6 milhões de euros em 2017, 322,8 milhões de euros em 2016, 343,8 milhões de euros em 2015, 433,8 milhões de euros em 2014 e 674,7 milhões de euros em 2013.
O valor registado no ano passado é, inclusive, o mais baixo dos últimos 18 anos.
Neste período, o valor mais alto registou-se, por seu turno, em 2003, ano no qual o montante sem provisão atingiu cerca de 2,6 mil milhões de euros.
As remessas dos emigrantes subiram 3% em janeiro face ao primeiro mês do ano passado, para 272 milhões de euros, enquanto as verbas enviadas pelos trabalhadores estrangeiros em Portugal aumentaram 2,3%, para 45,7 milhões.
O Deutsche Bank, instituição financeira alemã, registou, 571 milhões de euros de lucro líquido no primeiro trimestre de 2017, o equivalente a um aumento de 167% face aos resultados obtidos no mesmo período do ano anterior.
O Novo Banco teve prejuízos de 788,3 milhões de euros em 2016, o que compara com o resultado consolidado negativo de 929,5 milhões de euros registado em 2015, divulgou hoje a instituição.
A nova nota de 50 euros, a mais utilizada na zona euro, entra hoje em circulação, com as autoridades a acreditarem ser mais segura do que a atual nota do mesmo valor que é mais falsificada.
O Deutsche Bank registou prejuízos de quase dois mil milhões de euros no último trimestre do ano passado. O valor ficou abaixo do registado no mesmo período de 2015, mas bem acima do esperado pelos analistas da Bloomberg, que previam resultados negativos menos graves, de 1,3 mil milhões de euros.
A Caixa Geral de Depósitos teve prejuízos de 189,3 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, comparativamente ao lucro de 3,4 milhões de euros registado no mesmo período de 2015.
Os abusos no sistema de marcações de atendimento nos consulados portugueses no Reino Unido estão a ser combatidos para reduzir o tempo de espera, afirmou hoje, em Londres, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Manuel Guiomar, ex-funcionário da Refer, entrou esta terça-feira à tarde na prisão de Évora para cumprir uma pena de seis anos e meio de prisão. Mas foi rejeitado, porque esta prisão é para reclusos especiais.
O banqueiro e antigo ministro do governo de José Sócrates foi condenado em setembro de 2014 pelo Tribunal de Aveiro a cinco anos de prisão efetiva, por três crimes de tráfico de influências.
Uma empresa processada por humilhar uma trabalhadora e a sujeitar a práticas humilhantes despede-a, porque esta teria “difamado” a empresa ao queixar-se do que lhe estavam a fazer.
Os abusos no sistema de marcações de atendimento nos consulados portugueses no Reino Unido estão a ser combatidos para reduzir o tempo de espera, afirmou hoje, em Londres, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Manuel Guiomar, ex-funcionário da Refer, entrou esta terça-feira à tarde na prisão de Évora para cumprir uma pena de seis anos e meio de prisão. Mas foi rejeitado, porque esta prisão é para reclusos especiais.
O banqueiro e antigo ministro do governo de José Sócrates foi condenado em setembro de 2014 pelo Tribunal de Aveiro a cinco anos de prisão efetiva, por três crimes de tráfico de influências.
Uma empresa processada por humilhar uma trabalhadora e a sujeitar a práticas humilhantes despede-a, porque esta teria “difamado” a empresa ao queixar-se do que lhe estavam a fazer.