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Portugal mantém escolas fechadas até setembro
Portugal 09.04.2020

Portugal mantém escolas fechadas até setembro

Portugal mantém escolas fechadas até setembro

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Portugal 09.04.2020

Portugal mantém escolas fechadas até setembro

Até ao fim do ano letivo, os alunos vão ter aulas à distância através da RTP Memória. Os exames de acesso à universidade vão ser adiados e os do 9º ano nem sequer se realizam. António Costa diz que é um "sacrifício que se justifica".

Fechadas desde 16 de março, as escolas portuguesas só deverão reabrir no arranque do próximo ano letivo. O terceiro período inicia-se como previsto, no dia 14 de Abril, mas sem aulas presenciais. 

"Todo o 3.º período prosseguirá com ensino à distância e apoio televisivo, que complementa, mas não substitui o trabalho dos professores". Cabe à RTP Memória transmitir as mais variadas unidades curriculares "a partir do próximo dia 20". A decisão do Conselho de ministros que se reuniu esta manhã foi anunciada ao país pelo primeiro-ministro. "É um sacrifício que se justifica". 

Para já "não é possível tomar uma decisão" em relação aos 11º e 12º anos. Certo é que os exames de acesso à universidade vão ser adiados e que aulas do secundário podem estender-se a 26 de junho. "Para darmos tempo ao tempo" a primeira fase dos exames vai decorrer entre 6 e 23 de julho, enquanto a segunda fase se realizará entre 1 e 7 de setembro. Todas as provas de afrição foram canceladas, assim como os exames finais do 9º ano. 

Tudo porque, segundo o primeiro-ministro,"ainda não chegámos ao diz que podemos começara levantar medidas de restrição de circulação e de distanciamento social" e "só o podemos fazer quando o risco for controlável, sendo que a comunidade científica ainda não o pode prever com a segurança necessária".  

Trabalhadores do grupo de risco dispensados

"Docentes e trabalhadores não docentes que integrem algum grupo de risco" não têm de apresentar-se ao serviço durante o estado de emergência. "Respeitando a responsabilidade partilhada com as famílias, todas as faltas dos alunos são consideradas justificadas sem necessidade de qualquer requerimento ou atestado", acrescentou o primeiro-ministro.

"Até decisão expressa em contrário das autoridades de saúde, alunos, professores e trabalhadores não docentes utilizarão máscara de proteção no interior da escola, que será disponibilizada pelo Ministério da Educação", salientou António Costa.


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