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Portugal. Governo admite repor testes gratuitos caso a pandemia se agrave
Portugal 2 min. 07.05.2022
Covid-19

Portugal. Governo admite repor testes gratuitos caso a pandemia se agrave

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Portugal. Governo admite repor testes gratuitos caso a pandemia se agrave

Foto: Moritz Frankenberg/dpa
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Portugal. Governo admite repor testes gratuitos caso a pandemia se agrave

Lusa
Lusa
Segundo o secretário de Estado da Saúde, houve “algum aumento” de casos após o fim da obrigatoriedade do uso de máscara, mas “a tendência mantém-se estável”.

António Lacerda Sales admitiu este sábado que os testes de despiste da covid-19 realizados nas farmácias e nos laboratórios poderão voltar a ser gratuitos, se se registar um aumento dos indicadores epidemiológicos.

Em Braga, em declarações aos jornalistas à margem da sessão de encerramento do VI Congresso dos Enfermeiros, Lacerda Sales sublinhou que, neste momento, os indicadores epidemiológicos não justificam a gratuitidade dos testes.


A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva.
Governo português prolonga situação de alerta até 31 de maio
A situação de alerta, nível mais baixo de resposta a situações de catástrofes da Lei de Base da Proteção Civil, terminava esta quinta-feira às 23h59.

“Se se vier a verificar que há um aumento dos indicadores epidemiológicos, com certeza que reverteremos essa medida [do fim da gratuitidade dos testes]. Neste momento, com os indicadores que temos, e com a estabilidade da situação do ponto de vista epidemiológico, não será necessária a gratuitidade dos testes”, afirmou.

Os testes de despiste da covid-19 realizados nas farmácias e nos laboratórios deixaram de ser gratuitos a partir de 1 de maio, tendo em conta a "evolução positiva" da pandemia no país.

Segundo Lacerda Sales, houve “algum aumento” de casos após o fim da obrigatoriedade do uso de máscara, mas “a tendência mantém-se estável”.

Vigilância aconselhada para casos de hepatite aguda

O governante disse que não há “grande pressão” sobre os serviços de saúde, que a mortalidade tem diminuído e que os internamentos estão “mais ou menos estabilizados, “com ligeiro acréscimo nos últimos dias”, mas “em grande impacto e repercussão”.

No entanto, sublinhou que é necessário continuar a vigilância, porque “o vírus ainda não desapareceu”.

A mesma vigilância que aconselhou para os casos suspeitos de hepatite aguda infantil.


Quatro casos suspeitos de hepatite aguda infantil em Portugal
As quatro crianças chegaram a estar internadas mas não apresentam "complicações graves" e já estão recuperadas.

“Não é uma situação de alarme, mas é uma situação que a todos nos deve preocupar”, referiu.

Em Portugal foram registados seis casos suspeitos, que estão a ser monitorizados e acompanhados.

Já na sessão de encerramento do VI Congresso dos Enfermeiros, Lacerda Sales vincou a aposta do Governo no reforço do Serviço Nacional de Saúde e na valorização dos seus profissionais.

No caso concreto dos enfermeiros, disse que a prioridade será a reposição dos pontos perdidos na carreira e garantiu que o assunto estará resolvido até ao final do ano.

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