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No Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa: Marcelo pede aos partidos que se posicionem quanto ao Pacto de Justiça
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, intervém durante a sessão solene de abertura do Ano Judicial, no Salão Nobre do Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, 18 de janeiro de 2018. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

No Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa: Marcelo pede aos partidos que se posicionem quanto ao Pacto de Justiça

LUSA
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, intervém durante a sessão solene de abertura do Ano Judicial, no Salão Nobre do Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, 18 de janeiro de 2018. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
Portugal 18.01.2018

No Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa: Marcelo pede aos partidos que se posicionem quanto ao Pacto de Justiça

O Presidente da República pediu hoje aos partidos com assento parlamentar que se posicionem quanto ao Pacto de Justiça acordado pelos parceiros judiciários e defendeu que há que avançar com "medidas urgentes", sem esperar por "magnas reformas".

O Presidente da República pediu hoje aos partidos com assento parlamentar que se posicionem quanto ao Pacto de Justiça acordado pelos parceiros judiciários e defendeu que há que avançar com "medidas urgentes", sem esperar por "magnas reformas".

No encerramento da sessão solene de abertura do ano judicial, no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que "da parte do Governo ficou já explícita a disponibilidade para equacionar as pistas agora propostas".

"Importa igualmente conhecer o posicionamento dos partidos que dispõem de assento na Assembleia da República e apurar se -- independentemente das suas perspetivas próprias e até da salutar afirmação de vias diferentes quanto à governação -- aceitam também, desta feita, receber e ouvir com apreço e espírito aberto o que resultou da ponderação difícil e longa daqueles que todos os dias cumprem a sua missão na nossa justiça", declarou.

O Presidente da República defendeu que "há que aproveitar estes ventos" e "não perder tempo" à espera da "construção ideal de um sistema completo".

"Avancemos com medidas urgentes em áreas em que a necessidade é mais visível", apelou.

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