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Na Aliança de Santana Lopes também cabe a advogada de Madonna

Na Aliança de Santana Lopes também cabe a advogada de Madonna

Foto: Lusa
Portugal 2 min. 10.02.2019

Na Aliança de Santana Lopes também cabe a advogada de Madonna

Além de Ana Pedrosa-Augusto, antigos nomes do PSD integram direção do novo partido. João Pedro Varandas, irmão do presidente do Sporting, marca presença no Senado.

Pedro Santana Lopes escolheu quatro nomes do PSD, dois professores universitários e a advogada da cantora Madonna para serem os seus braços direitos na direção do partido Aliança, como vice-presidentes.

Depois do fundador desta força política ter assinalado no seu discurso de sábado que a Aliança não é um partido de um homem só, foram hoje dados a conhecer os nomes que o acompanharão nos próximos três anos.

Além de Pedro Carvalho Cirilo (antigo secretário-geral adjunto do PSD) como diretor executivo (o equivalente ao secretário-geral noutras forças políticas), também antigo dirigente do PSD, a Direção Política Nacional contará com sete vice-presidentes – Ana Pedrosa-Augusto, António Martins da Cruz, Bruno Ferreira Costa, Carlos Pinto, Carlos Poço, João Borges da Cunha e Rosário Águas.

O embaixador António Martins da Cruz foi ministro dos Negócios Estrangeiros do XV Governo Constitucional, chefiado por Durão Barroso, entre 2002 e 2003.

Rosário Águas, que, nos governos PSD, foi secretária de Estado da Habitação (2003-2004), da Segurança Social (2004) e da Administração Pública (2004-2005), ocupa outra das da vice-presidências, assim como o antigo presidente social-democrata da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto.

Também o antigo deputado à Assembleia da República e ex-presidente da concelhia de Leiria do PSD, Carlos Poço, será um dos “vices” da Aliança.

Ana Pedrosa-Augusto, 38 anos, é advogada e representa a cantora Madonna, que recentemente passou a residir em Lisboa.

Apesar de não querer falar dos seus clientes, a dirigente assumiu-se como “exatamente a mesma pessoa” que sempre foi, uma “advogada que agora integra este projeto novo”, mas “sem nunca deixar de ser” o que é.

“Como eu nunca fui militante, nunca fui simpatizante, nunca tive qualquer atividade política, acho que, pelo menos, trago ou tenho a possibilidade de trazer um olhar de quem não tem nada a ver com isto nem com este meio”, contou, à agência Lusa, Ana Pedrosa-Augusto, referindo que vê a Aliança como “um novo desafio, uma nova missão”.

O que a atraiu na Aliança foram os valores que o partido defende, o facto de o partido se assumir como “liberal, personalista e solidário”.

Bruno Ferreira Costa é professor de ciência política na Universidade da Beira Interior. Antes da Direção Política, passou também pela Comissão Instaladora do partido.

À Lusa, afirmou que aderiu à Aliança em setembro “logo na fase inicial”.

“Foi naturalmente com muita satisfação que recebi o convite para ser um dos candidatos a vice-presidente da Direção Política Nacional”, referiu.

Por isso, aceitou o desafio “com muito orgulho, com muito entusiasmo”, acreditando estar a construir “um partido novo, um partido que sabe a ousa fazer diferente e que, acima de tudo, se preocupa com Portugal”.

No Senado, organismo próximo do Conselho Nacional que será composto por três dezenas de elementos, surge o nome de João Pedro Varandas, advogado e irmão de Frederico Varandas, atual presidente do Sporting.

Lusa


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