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Motoristas. Governo tem "forte expectativa" de acordo entre patrões e sindicato
Portugal 17.08.2019

Motoristas. Governo tem "forte expectativa" de acordo entre patrões e sindicato

Motoristas. Governo tem "forte expectativa" de acordo entre patrões e sindicato

Foto: AFP
Portugal 17.08.2019

Motoristas. Governo tem "forte expectativa" de acordo entre patrões e sindicato

Falhou um acordo mediado pelo Governo numa reunião que durou cerca de 10 horas.

O Ministro do Ambiente e Transição Energética afirmou hoje ter a “forte expectativa” de que “venha a ser celebrado rapidamente” o acordo entre patrões e o sindicato de motoristas de matérias perigosas, “para que a greve possa acabar”.

“Já foram feitos dois acordos com dois sindicatos do setor. Só falta um acordo com um dos sindicatos para que se possa celebrar um contrato coletivo de trabalho. Amanhã há um plenário. A nossa forte expectativa é que acordo venha a ser celebrado rapidamente, para que greve possa acabar”, disse João Pedro Matos Fernandes, em declarações aos jornalistas no Porto, na conferência de imprensa de balanço da greve dos motoristas, que hoje cumpre o sexto dia.

Quanto à disponibilidade do Governo para servir de mediador entre patrões e o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), que mantêm a greve, o ministro notou que o executivo “tem estado sempre disponível” e que “o serão de ontem, com o ministro das Infraestruturas, serve de prova disso mesmo”.

Matos Fernandes referia-se à decisão dos motoristas de matérias perigosas de cumprirem hoje o sexto dia de uma greve por tempo indeterminado, depois de, nesta madrugada, ter falhado um acordo mediado pelo Governo numa reunião que durou cerca de 10 horas.

A paralisação foi inicialmente convocada pelo SNMMP e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), mas este sindicato desconvocou o protesto na quinta-feira à noite, após um encontro com a Antram sob mediação do Governo.

No final do primeiro dia de greve, o Governo decretou uma requisição civil, parcial e gradual, alegando incumprimento dos serviços mínimos que tinha determinado.

Portugal está em situação de crise energética, decretada pelo Governo devido a esta paralisação para evitar que fossem afetados serviços essenciais à população.

Lusa


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