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Ministério Público: Sócrates é ouvido hoje no inquérito por violação do segredo de justiça
Portugal 23.02.2015

Ministério Público: Sócrates é ouvido hoje no inquérito por violação do segredo de justiça

Ministério Público: Sócrates é ouvido hoje no inquérito por violação do segredo de justiça

Lusa
Portugal 23.02.2015

Ministério Público: Sócrates é ouvido hoje no inquérito por violação do segredo de justiça

O ex-primeiro-ministro José Sócrates vai ser ouvido esta segunda-feira pelo Ministério Público no inquérito relacionado com a violação do segredo de justiça no processo em que é arguido.

O ex-primeiro-ministro José Sócrates vai ser ouvido esta segunda-feira pelo Ministério Público no inquérito relacionado com a violação do segredo de justiça no processo em que é arguido.

"O ex-primeiro ministro vai ser ouvido na próxima segunda-feira no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, no âmbito de um inquérito instaurado pela Procuradoria-geral da República que investiga a violação do segredo de justiça no processo em que é arguido", disse a PGR à Agência Lusa na quinta-feira.

Detido desde finais de novembro, José Sócrates está em prisão preventiva, no Estabelecimento Prisional de Évora, indiciado pelos crimes de corrupção, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais, num processo que tem ainda como arguidos o seu amigo de longa data, o empresário Carlos Santos Silva, o advogado Gonçalo Trindade Ferreira e João Perna, que era motorista do antigo líder do PS.

A inquirição de Sócrates pelo DIAP de Lisboa coincide com a data em que a medida de coação de prisão preventiva aplicada a Sócrates terá que ser reavaliada pelo juiz Carlos Alexandre do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).

Entretanto, no sábado, o administrador da farmacêutica Octapharma, Paulo Lalanda Castro, fez saber, através de comunicado, que foi constituído arguido no âmbito da “Operação Marquês”, depois de ter sido ouvido, “a seu pedido”, pelo procurador Rosário Teixeira.

O administrador da multinacional farmacêutica, onde o ex-primeiro-ministro José Sócrates trabalhou como consultor, ficou sujeito à medida de coação de “termo de identidade e residência, como é de lei”, refere o advogado Ricardo Sá Fernandes, em comunicado.


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