Escolha as suas informações

Marcelo anuncia que gostaria de visitar Moçambique no final do ano
Portugal 27.03.2019

Marcelo anuncia que gostaria de visitar Moçambique no final do ano

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, garantiu que Portugal irá continuar disponível para apoiar Moçambique.

Marcelo anuncia que gostaria de visitar Moçambique no final do ano

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, garantiu que Portugal irá continuar disponível para apoiar Moçambique.
Foto: LUSA
Portugal 27.03.2019

Marcelo anuncia que gostaria de visitar Moçambique no final do ano

O Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que gostaria de visitar Moçambique no final do ano para poder testemunhar "a nova fase de reconstrução" depois da passagem do ciclone Idai.

Em declarações à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa garantiu que Portugal irá continuar disponível para apoiar Moçambique "na fase seguinte, (...), na fase de reconstrução".

"Eu, assim o Presidente Nyusi venha a concordar comigo e entender que há condições para isso, gostaria de, no final do ano, correspondendo a um convite que já me formulou há vários anos, ir a Moçambique para, nessa nova fase da reconstrução, poder testemunhar o que é o recomeçar da vida de milhares e milhares de irmãos nossos", anunciou.

A passagem do ciclone Idai em Moçambique, no Zimbabué e no Maláui fez pelo menos 786 mortos e afetou 2,9 milhões de pessoas nos três países, segundo dados das agências das Nações Unidas.

Moçambique foi o país mais afetado, com 468 mortos e 1.522 feridos já contabilizados pelas autoridades moçambicanas, que dão ainda conta de mais de 127 mil pessoas a viverem em 154 centros de acolhimento, sobretudo na região da Beira, a mais atingida.

As autoridades moçambicanas adiantaram que o ciclone afetou cerca de 800 mil pessoas no país, mas as Nações Unidas estimam que 1,8 milhões precisam de assistência humanitária urgente.

O número de pessoas salvas subiu de 127.626, registado na terça-feira, para 135.827, que estão em 161 centros de acolhimento.

Os abrigos e bens não alimentares chegam a 28.146 famílias, um aumento de cerca de 3.700 famílias beneficiadas.

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba a nossa newsletter das 17h30.


Notícias relacionadas