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Greve dos motoristas. António Costa ameaça grevistas
Portugal 12.08.2019

Greve dos motoristas. António Costa ameaça grevistas

Piquete da greve de motoristas de matérias perigosas na CLC - Companhia Logística de Combustíveis, S.A, em Aveiras de Cima, Azambuja. 12 de agosto de 2019. A greve dos motoristas de matérias perigosas começou às 00:00h de 12 de agosto por tempo indeterminado. MIGUEL A. LOPES / LUSA

Greve dos motoristas. António Costa ameaça grevistas

Piquete da greve de motoristas de matérias perigosas na CLC - Companhia Logística de Combustíveis, S.A, em Aveiras de Cima, Azambuja. 12 de agosto de 2019. A greve dos motoristas de matérias perigosas começou às 00:00h de 12 de agosto por tempo indeterminado. MIGUEL A. LOPES / LUSA
LUSA
Portugal 12.08.2019

Greve dos motoristas. António Costa ameaça grevistas

O primeiro-ministro sublinhou que a violação da requisição civil “constitui crime de desobediência” e tem consequências legais previstas no código penal, apelando em seguida para que seja evitada “esta escalada” e para que “impere o bom senso”.

 O primeiro-ministro, António Costa, advertiu domingo que as forças de segurança foram instruídas para assegurar o “devido sancionamento” em caso de incumprimento de uma eventual requisição civil, apelando para que impere o “bom senso”.

Caso os serviços mínimos decretados para a greve dos motoristas não sejam respeitados e a requisição civil for decretada, “a instrução que foi transmitida às forças de segurança é que a violação de uma eventual declaração de requisição civil não pode passar incólume”, anunciou António Costa.

O primeiro-ministro sublinhou que a violação da requisição civil “constitui crime de desobediência” e tem consequências legais previstas no código penal, apelando em seguida para que seja evitada “esta escalada” e para que “impere o bom senso”.

“Nós temos de evitar esta escalada e deve imperar o bom senso. E da mesma forma como, com grande razoabilidade o país respeita o direito constitucional à greve, é a mesma razoabilidade que o país tem o direito de exigir que é o cumprimento da lei, que atribui o direito à greve mas também o dever de cumprir os serviços mínimos e esse dever deve ser acatado por todos”, declarou, no final de uma reunião com o Gabinete Coordenador de Segurança, em Lisboa.

Lusa

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