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Governo português pede cuidado nas estradas aos emigrantes que regressam de férias
Portugal 20.07.2017

Governo português pede cuidado nas estradas aos emigrantes que regressam de férias

Governo português pede cuidado nas estradas aos emigrantes que regressam de férias

Ilustração: João Paulo Tomás Pereira
Portugal 20.07.2017

Governo português pede cuidado nas estradas aos emigrantes que regressam de férias

O Governo apelou hoje aos emigrantes que pretendam regressar a Portugal este mês, em férias, para que tenham cuidado na viagem, em particular por estrada, evitando excessos de velocidade e de carga, sem álcool nem “distrações tecnológicas”.

O Governo apelou hoje aos emigrantes que pretendam regressar a Portugal este mês, em férias, para que tenham cuidado na viagem, em particular por estrada, evitando excessos de velocidade e de carga, sem álcool nem “distrações tecnológicas”.

Numa mensagem dirigida aos emigrantes que tradicionalmente aproveitam o mês de agosto para regressar a Portugal e “revisitar a terra, a família e os amigos”, os secretários de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, e da Administração Interna, Jorge Gomes, pedem que os portugueses que viajam por estrada façam “uma condução defensiva” e “sem excessos de velocidade e de carga, sem consumo de álcool e sem distrações tecnológicas”.

“Nunca se esqueçam do cinto de segurança e de fazer os necessários períodos de descanso”, afirmam os dois governantes, em comunicado, que pedem ainda aos emigrantes que “circulem com a máxima precaução” pelas “maravilhosas aldeias, vilas e cidades, de modo a não colocar em perigo os peões e os ciclistas”.

O Governo recorda ainda que os portugueses que residem no estrangeiro contam, em território nacional, com “uma cada vez maior rede de Gabinetes de Apoio ao Emigrante”, instalados em 133 municípios e freguesias.

Os espaços destinam-se aos portugueses ainda emigrados, aqueles que já regressaram ou que irão regressar, bem como os que pretendem iniciar um processo migratório.

Os gabinetes funcionam numa lógica de Loja do Cidadão, onde os portugueses podem “tratar dos assuntos inerentes à vivência passada de emigrante (segurança social, equivalência de estudos, investimentos, duplas-tributações, etc.), bem como à intenção de iniciar uma experiência de emigração”.

(Lusa)


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