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Eleitores no estrangeiro podem acompanhar boletim de voto postal através da internet
Portugal 1 2 min. 14.01.2022
Legislativas portuguesas

Eleitores no estrangeiro podem acompanhar boletim de voto postal através da internet

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Eleitores no estrangeiro podem acompanhar boletim de voto postal através da internet

Foto: Lusa
Portugal 1 2 min. 14.01.2022
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Eleitores no estrangeiro podem acompanhar boletim de voto postal através da internet

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
As eleições legislativas antecipadas acontecem já no dia 30 de janeiro em Portugal. Eleitores no estrangeiro já começaram a receber o boletim de voto.

Para quem, por motivos vários, não pode votar presencialmente, a opção do voto postal é a mais aconselhada para as próximas eleições de dia 30 de janeiro.  O Ministério da Administração Interna (MAI) adiantou que é possível acompanhar o boletim de voto através do site oficial 'euEleitor'. 

Basta escolher a opção 'Voto Via Postal para cidadão recenseados no estrangeiro? Acompanhar percurso' e inserir o número do Cartão de Cidadão e a data de nascimento. 


Legislativas. Apenas 20 pessoas inscritas no Luxemburgo para voto presencial
Quem não escolheu a opção de voto presencial poderá votar através de voto postal.

Como se processa o voto por via postal? O Ministério da Administração Interna já começou a enviar aos eleitores portugueses residentes no estrangeiro o boletim de voto para a morada indicada no caderno de recenseamento.

Depois de votar, o eleitor deverá enviar o boletim pelo correio até 30 de janeiro, com um dos envelopes já enviados juntamente com o boletim. O porte é gratuito. O MAI disponibiliza um vídeo explicativo sobre todo o processo (em baixo): 

Os vídeos 360 não têm suporte aqui. Ver o vídeo na aplicação Youtube.

Mais de 20 partidos para escolha no boletim de voto

No fim de janeiro, vão a votos 21 forças políticas portuguesas. Mais de 10,8 milhões de eleitores residentes em território nacional e no estrangeiro serão chamados votar e escolher o partido que consideram que deve formar o próximo Governo. No total, serão eleitos 230 deputados da Assembleia da República para a próxima legislatura.

Os partidos políticos que vão a votos são: PSD, PS, BE, CDS-PP, PAN, Aliança, Chega, Iniciativa Liberal, Ergue-te, ADN, PCTP-MRPP, PTP, Livre, RIR, MPT, Nós, Cidadãos!, MAS, JPP, PPM e o Volt Portugal.  

Estreia-se nestas eleições o Volt Portugal (VP) e dois partidos mudaram de nome: o PNR passou a 'Ergue-te (E)' e o PDR chama-se agora 'Alternativa Democrática Nacional (ADN)'.  

A legislatura atual, que terminaria apenas em 2023, foi interrompida depois do 'chumbo' do Orçamento do Estado para 2022 ter gerado uma crise política que levou à dissolução do parlamento e à convocação de eleições antecipadas.

Além dos partidos que se apresentam sozinhos, há três coligações candidatas. A CDU (que junta PCP e PEV) concorre a todos os círculos eleitorais, a coligação 'Madeira Primeiro' (PSD/CDS) apenas na Madeira e a Aliança Democrática (PSD/CDS/PPM) apenas nos Açores.

A coligação denominada #ESTAMOSJUNTOS, de PPM e PURP, acabou rejeitada pelo Tribunal Constitucional. O PURP ia apenas concorrer às eleições coligado com o PPM nos círculos eleitorais do continente, Europa e Fora da Europa. Já o PPM, além da coligação no círculo dos Açores, vai concorrer apenas pela Madeira, em candidatura autónoma.

O círculo com o boletim de voto mais longo será Lisboa, com 20 candidaturas, seguindo-se Porto, Setúbal e Europa com 19, o círculo Fora da Europa com 18 e Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Viseu com 17.

Em Beja, Faro, Portalegre e Madeira candidatam-se 16 forças políticas e em Évora, Guarda, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Açores serão 15 as listas. O círculo com menos candidaturas no boletim será Bragança, com 13.

(Com Lusa)


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