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Covid-19. Governo português equaciona encerrar cantinas e espaços comuns das escolas
Portugal 04.03.2020

Covid-19. Governo português equaciona encerrar cantinas e espaços comuns das escolas

Covid-19. Governo português equaciona encerrar cantinas e espaços comuns das escolas

Foto: DR
Portugal 04.03.2020

Covid-19. Governo português equaciona encerrar cantinas e espaços comuns das escolas

Redaktion
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O jornal Público avança esta manhã que o funcionamento de bares, cantinas, refeitórios e outros espaços de utilização comum das escolas e de todas as outras entidades da administração pública pode ser suspenso.

Diretores de várias escolas consideram que as medidas previstas pelo Governo que apontam para o encerramento de espaços comuns das escolas só poderão ser aplicadas se os estabelecimentos de ensino encerrarem, no intuito de impedir a propagação do COVID-19. 

Segundo aquele jornal, a Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) considera que os planos de contingência pecam "por tardios".

Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS) o número de casos de infeção pelo coronavírus em Portugal subiu para cinco.

A DGS indica, em comunicado, que foram confirmados nesta terça-feira mais dois casos positivos, um deles um homem de 60 anos no Hospital de S. João, no Porto, com "ligação a caso confirmado" para o novo coronavírus que causa a doença Covid-19.

O segundo caso de infeção em Portugal hoje divulgado é o de um homem de 37 anos no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, igualmente com "ligação a caso confirmado" para o novo coronavírus.

Na segunda-feira, a DGS já tinha confirmado os dois primeiros casos de infeção em Portugal, um homem de 60 anos e outro de 33, internados em hospitais do Porto.

Os hospitais Curry Cabral, em Lisboa, e de S. João e Santo António, no Porto, onde estão internados os quatro homens, são unidades de referência indicadas pela DGS para a fase de contenção da propagação do novo coronavírus.

O surto de Covid-19, que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou mais de 3.100 mortos e infetou mais de 90.300 pessoas em cerca de 70 países e territórios, incluindo Portugal.  

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