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Centenas de pessoas desfilam em Lisboa na manifestação do Chega
Portugal 27.06.2020

Centenas de pessoas desfilam em Lisboa na manifestação do Chega

Centenas de pessoas desfilam em Lisboa na manifestação do Chega

Foto: LUSA
Portugal 27.06.2020

Centenas de pessoas desfilam em Lisboa na manifestação do Chega

Lusa
Lusa
Partido de André Ventura convocou manifestação para este sábado para dizer que "Portugal não é Racista".

Centenas de pessoas participam hoje em Lisboa numa manifestação promovida pelo Chega para mostrar que não há racismo em Portugal e também para apoiar as forças de segurança.

O desfile, que se iniciou por volta das 14h30, no Marquês de Pombal, começou com um louvor do presidente do Chega, André Ventura, às polícias portuguesas em que destacou "Polícia bom é Polícia vivo".

A abrir a manifestação, que vai percorrer a Avenida da Liberdade até aos Restauradores, está a faixa "Portugal não é racista" e atrás dela surge André Ventura ao lado da atriz Maria Vieira.

Sob o olhar atento de alguns polícias, os manifestantes empunham bandeiras de Portugal e do partido Chega e entre as palavras de ordem destaca-se "Políticos Elitistas, Portugal Não É Racista" e "Chega", sendo "Portugal" a palavra que mais se ouve entre os manifestantes.


Estudo revela que 62% dos portugueses manifestam alguma forma de racismo
Inquérito europeu revela que um em cada três portugueses manifesta racismo e que apenas 11% da população rejeita todas as crenças racistas.

Os manifestantes tentam manter o distanciamento social de segurança devido à pandemia de covid-19.

A manifestação foi convocada com o objetivo de contrariar a ideia de que “Portugal é um país racista e de que existe na sociedade um problema de racismo estrutural”.

“Nós, portugueses, orgulhosos do nosso país e da nossa história – com todos os seus defeitos e qualidades; nós, portugueses, que não somos racistas e que defendemos a sociedade multicultural com todos os seus direitos e deveres, temos de sair à rua e mostrar que recusamos todos os epítetos pejorativos que nos querem colar”, lê-se numa carta enviada por André Ventura, líder do Chega, a Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, e Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, em que era comunicada a intenção de realizar a manifestação.

André Ventura tinha avançado que esperava 1500 pessoas na manifestação, mas, segundo as televisões portuguesas, o protesto do Chega reuniu perto de mil.

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