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Bandeira a meia haste e silêncio marcam aniversário da Implantação da República
Portugal 2 min. 05.10.2019

Bandeira a meia haste e silêncio marcam aniversário da Implantação da República

Bandeira a meia haste e silêncio marcam aniversário da Implantação da República

LUSA
Portugal 2 min. 05.10.2019

Bandeira a meia haste e silêncio marcam aniversário da Implantação da República

O ato solene do 05 de Outubro, em Lisboa, foi curto e sem discursos por ser o dia de reflexão para as legislativas de amanhã.

 A cerimónia do 109.º aniversário da Implantação da República, na Câmara Municipal de Lisboa, ficou marcada pela bandeira a meia haste, por se cumprir dia de luto nacional pela morte de Diogo Freitas do Amaral.

O ato solene do 05 de Outubro também foi curto e silencioso, por coincidir com o dia de reflexão para as eleições legislativas, que acontecem no domingo.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, chegou hoje aos Paços do Concelho pelas 9h00, tendo sido recebido pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Honras militares e hino nacional

Marcelo Rebelo de Sousa recebeu Honras Militares ao som do Hino Nacional, tocado pela Banda da Guarda Nacional Republicana.

Depois das Honras Militares, o chefe de Estado, o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, o presidente da Câmara de Lisboa, a presidente da Assembleia Municipal, Helena Roseta, e os vereadores da autarquia foram à varanda do Salão Nobre, onde foi hasteada a bandeira nacional.

No ato, Marcelo Rebelo de Sousa deixou a bandeira nacional apenas a meia haste, por respeito a Diogo Freitas do Amaral, fundador do CDS e ex-ministro, que morreu na quinta-feira, aos 78 anos.

Freitas do Amaral nasceu na Póvoa de Varzim em 21 de julho de 1941. Foi líder do CDS, partido que ajudou a fundar em 19 de julho de 1974, vice-primeiro-ministro e ministro em vários governos.

O político fez parte de governos da Aliança Democrática (AD), entre 1979 e 1983, e mais tarde do PS, entre 2005 e 2006, após ter saído do CDS, em 1992.

Celebrações sem discursos

As comemorações foram encerradas com a explicação da partitura original do Hino Nacional, que se encontra exposta no átrio dos Paços do Concelho, pela diretora do Museu da Presidência da República, Maria Antónia Pinto de Matos.

A cerimónia do 05 de Outubro deste ano foi ajustada para um formato mais curto, sem intervenções públicas, por se realizar na véspera das legislativas, tendo terminado às 09:30 em ponto.

O 05 de Outubro voltou a ser feriado nacional em 2016 - tinha sido eliminado em 2013 pelo anterior Governo PSD/CDS-PP - e é uma das quatro datas anuais em que o chefe de Estado tem discursos protocolares, juntamente com o 25 de Abril, o 10 de Junho e Dia de Ano Novo.

Lusa


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