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Aluna de 16 anos internada em estado grave após agressão em Portalegre
Portugal 07.11.2019

Aluna de 16 anos internada em estado grave após agressão em Portalegre

Aluna de 16 anos internada em estado grave após agressão em Portalegre

Foto: Lusa
Portugal 07.11.2019

Aluna de 16 anos internada em estado grave após agressão em Portalegre

A jovem foi agredida dentro da escola e foi transferida para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Uma aluna de 16 anos está internada num hospital de Lisboa depois de ter sido agredida por um colega na Escola Secundária de Campo Maior, em Portalegre, de acordo com informações do porta-voz do Hospital de Portalegre e de uma fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) ao Público. Tanto o agressor, português, como a vítima, brasileira, pertencem à mesma turma, têm a mesma idade e são ambos residentes em Campo Maior.

Segundo o mesmo jornal, o porta-voz da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Ilídio Pinto Cardoso, indicou que a rapariga deu entrada nas urgências do Hospital de Portalegre durante a tarde de terça-feira com “sinais de agressão graves” na cabeça e no rosto, num “estado considerado grave”.

“A jovem deu entrada nas urgências do Hospital José Maria Grande, em Portalegre, foi avaliada e estabilizada pela equipa pediátrica e foi vista pela equipa cirúrgica. Por precisar de cuidados diferenciados e por se encontrar destabilizada foi transferida para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa”, afirmou ao Público, acrescentando que a menor foi diagnosticada de imediato com traumatismos craniofaciais.

De acordo com fonte da GNR, os agentes foram chamados ao local por um responsável da escola por volta do 12h30 de terça-feira. Quando a patrulha chegou, a jovem já tinha sido levada para o hospital. “Não sabíamos ainda o estado de gravidade da aluna, pelo que não foi imediatamente elaborado o auto de notícia”, disse a mesma fonte da GNR ao Público, avançando que o mesmo já foi feito entretanto e que deverá seguir para o Ministério Público. “Fomos informados e deslocámo-nos ao local. Estamos a desenvolver as investigações e o inquérito para apurar mais pormenores sobre a situação”, acrescentou a mesma fonte da GNR.

O confronto terá começado no interior da sala de aula com trocas de ofensas verbais que vinham a acontecer há algum tempo, e que acabaram por culminar em agressões no intervalo, já fora de sala de aula, “em que a rapariga foi a mais agredida”, tendo ainda existido uma “mordedura da parte da jovem”.

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