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Zelensky no G7. Mais armas e mais sanções contra a Rússia
Mundo 27.06.2022
Guerra na Ucrânia

Zelensky no G7. Mais armas e mais sanções contra a Rússia

Cimeira do G7
Guerra na Ucrânia

Zelensky no G7. Mais armas e mais sanções contra a Rússia

Cimeira do G7
Michael Kappeler/dpa
Mundo 27.06.2022
Guerra na Ucrânia

Zelensky no G7. Mais armas e mais sanções contra a Rússia

Lusa
Lusa
O chanceler alemão, Olaf Scholz, assegurou ao Presidente ucraniano que o G7 “continuará a aumentar a pressão” sobre Vladimir Putin até que termine a guerra que o líder russo iniciou na Ucrânia.

 O Presidente da Ucrânia pediu esta segunda-feira aos líderes do G7, reunidos em cimeira na Alemanha, sistemas de defesa antiaérea, ajudas para a reconstrução do país e uma estratégia contra o bloqueio russo às exportações de trigo ucraniano.

Volodymyr Zelensky dirigiu-se aos líderes das sete maiores economias mundiais (G7) através de videoconferência, numa sessão realizada à porta fechada, da qual apenas algumas imagens iniciais foram transmitidas sem som.

No entanto, e de acordo com informações fornecidas por fontes alemãs e da União Europeia (UE), citadas pela agência noticiosa espanhola EFE, o líder ucraniano avançou com estes pedidos durante a sua intervenção.


O presidente da Rússia, Vladimir Putin.
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A intervenção do Presidente ucraniano abriu o segundo dia da cimeira do G7, a decorrer desde domingo nos Alpes bávaros, que, de acordo com fontes norte-americanas, irá acordar novas sanções contra a Rússia, que iniciou uma ofensiva militar contra a Ucrânia em 24 de fevereiro.

O chanceler alemão, Olaf Scholz, assegurou ao Presidente ucraniano que o G7 “continuará a aumentar a pressão” sobre Vladimir Putin até que termine a guerra que o líder russo iniciou na Ucrânia.

“Como G7, mantemo-nos unidos com a Ucrânia e continuaremos a apoiá-la. Para tal, todos temos de tomar decisões difíceis, mas necessárias”, escreveu Scholz no Twitter. “Esta guerra deve terminar”, acrescentou.

Sob presidência da Alemanha, participam ainda no encontro do G7 os líderes do Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, bem como da UE.

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