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Venezuela. Trump pede fim da "brutal repressão" no país

Venezuela. Trump pede fim da "brutal repressão" no país

Foto: AFP
Mundo 02.05.2019

Venezuela. Trump pede fim da "brutal repressão" no país

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, já disse que disse que uma "ação militar" é "possível", se for "necessária" para favorecer a transição política na Venezuela.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu hoje o fim da "brutal repressão" na Venezuela, onde o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, apelou ao exército para "combater os golpistas" após manifestações.

"As nossas orações estão com o povo da Venezuela na sua justa luta pela liberdade", indicou Trump, na Casa Branca, por ocasião do "Dia Nacional da Oração".

O Presidente dos EUA salientou que "a brutal repressão do povo venezuelano deve terminar rapidamente".

"As pessoas estão com fome. Não têm comida, não têm água, no que foi um dos países mais ricos do mundo", acrescentou.

Os Estados Unidos, que reconheceram Juan Guaidó como Presidente interino, adotaram severas sanções económicas para tentar derrubar Nicolás Maduro do poder.

Na quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que uma "ação militar" é "possível", se for "necessária" para favorecer a transição política na Venezuela.

O autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, desencadeou na madrugada de terça-feira um ato de força contra o regime de Nicolás Maduro em que envolveu militares e para o qual apelou à adesão popular.

O regime ripostou considerando que estava em curso uma tentativa de golpe de Estado e não houve progressos na situação, aparentemente dominada pelo regime.

O Observatório de Conflito Social, um grupo de direitos humanos venezuelano, disse hoje que pelo menos quatro pessoas foram mortas em dois dias de protestos na Venezuela, após o líder da oposição, Juan Guaidó, ter apelado a um levantamento militar e popular.

Ativistas de direitos humanos citados pela agência noticiosa Associated Press (AP) acrescentaram que pelo menos 230 pessoas foram feridas e 205 detidas durante os confrontos entre apoiantes de Guaidó e as forças de segurança leais ao Presidente Nicolas Maduro.

Lusa


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