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Venezuela: Primeira reunião do grupo de contacto da UE a 7 de fevereiro
Mundo 03.02.2019

Venezuela: Primeira reunião do grupo de contacto da UE a 7 de fevereiro

Venezuela: Primeira reunião do grupo de contacto da UE a 7 de fevereiro

Foto: Yuri Cortez e Juan Barreto/AFP
Mundo 03.02.2019

Venezuela: Primeira reunião do grupo de contacto da UE a 7 de fevereiro

A primeira reunião do grupo de contacto internacional constituído pela União Europeia para ajudar na organização de novas presidenciais na Venezuela realiza-se a 7 de fevereiro em Montevideu, anunciaram hoje a chefe da diplomacia europeia e o Presidente uruguaio.

"O Uruguai e a União Europeia (UE) acolherão conjuntamente, na quinta-feira 7 de fevereiro" a reunião, "que se realiza em Montevideu" a "nível ministerial", indicam Federica Mogherini e Tabare Vazquez num comunicado conjunto.

A alta representante da UE para a Política Externa tinha anunciado na passada quinta-feira a constituição de um grupo de contacto internacional para alcançar, em 90 dias, uma saída pacífica e democrática para a crise na Venezuela com a realização de eleições presidenciais.

O grupo integra, do lado europeu, a UE e Estados-membros como Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Suécia e, do lado latino-americano, Bolívia, Costa Rica, Equador e Uruguai.


Conference de presse, Asselborn / Cahen, Refugiés, le 16 Janvier 2018. Photo: Chris Karaba
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"O objetivo do grupo de contacto é claro. Trata-se de permitir aos venezuelanos exprimir-se livre e democraticamente através de novas eleições. Não é uma mediação", frisou Mogherini na altura.

A crise política na Venezuela agravou-se na semana passada quando o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino.

O Parlamento Europeu já reconheceu Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela e seis países europeus, incluindo Portugal, deram um prazo de oito dias ao regime de Nicolás Maduro para aceitar a realização de novas eleições presidenciais, caso contrário também reconhecerão Guaidó como presidente. O prazo termina hoje.


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Cerca de 100 venezuelanos residentes no Luxemburgo manifestaram-se este sábado à tarde a favor da transição política no país, após o Parlamento Europeu ter reconhecido Juan Guaidó como legítimo presidente do governo de transição na Venezuela.

A crise política na Venezuela, onde residem cerca de 300 mil portugueses ou lusodescendentes, soma-se a uma grave crise económica e social que levou 2,3 milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

Lusa


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