Escolha as suas informações

Venezuela. Grupo de direitos humanos refere quatro mortos em dois dias de protestos

Venezuela. Grupo de direitos humanos refere quatro mortos em dois dias de protestos

Foto: AFP
Mundo 02.05.2019

Venezuela. Grupo de direitos humanos refere quatro mortos em dois dias de protestos

Houve também, pelo menos, 230 feridos e 205 detidos durante os confrontos entre apoiantes de Guaidó e as forças de segurança, leais a Maduro.

Um grupo de direitos humanos venezuelano disse hoje que pelo menos quatro pessoas foram mortas em dois dias de protestos na Venezuela, após o líder da oposição, Juan Guaidó, ter apelado a um levantamento militar e popular.

O Observatório de Conflito Social disse que as mortes ocorridas nos protestos de terça-feira e quarta-feira incluem duas pessoas mortas por disparos na cidade de La Victoria e duas outras atingidas em Caracas, a capital.

Ativistas de direitos humanos citados pela agência noticiosa Associated Press (AP) acrescentaram que pelo menos 230 pessoas foram feridas e 205 detidas durante os confrontos entre apoiantes de Guaidó e as forças de segurança, leais ao regime do Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro.

O autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, desencadeou na madrugada de terça-feira um ato de força contra o regime de Nicolás Maduro em que envolveu militares e para o qual apelou à adesão popular.

O regime ripostou considerando que estava em curso uma tentativa de golpe de Estado e não houve progressos na situação, aparentemente dominada pelo regime.

Lusa


Notícias relacionadas

Venezuela. União Europeia exige "máxima contenção"
O autoproclamado Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, desencadeou esta terça-feira de madrugada um ato de força contra o regime de Nicolás Maduro em que envolveu militares e para o qual apelou à adesão popular.
30.04.2019, Venezuela, Caracas: Ein Demonstrant sucht Schutz hinter einem Baum, während Demonstranten mit Sicherheitskräften des venezolanischen Staates zusammenstoßen. Der venezolanische Oppositionsführer Guaido und der inhaftierte Oppositionsführer Lopez riefen Soldaten und die Bevölkerung dazu auf, gegen die Regierung auf die Straßen zu gehen. Foto: Ruben Sevilla Brand/dpa +++ dpa-Bildfunk +++