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Variante britânica atira Moselle e Meurthe-et-Moselle para a "vigilância reforçada"
Mundo 26.02.2021

Variante britânica atira Moselle e Meurthe-et-Moselle para a "vigilância reforçada"

Ville de Metz, Moselle, Lorraine, Frontaliers, Gare de Metz, SNCF, Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort

Variante britânica atira Moselle e Meurthe-et-Moselle para a "vigilância reforçada"

Ville de Metz, Moselle, Lorraine, Frontaliers, Gare de Metz, SNCF, Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort
Chris Karaba
Mundo 26.02.2021

Variante britânica atira Moselle e Meurthe-et-Moselle para a "vigilância reforçada"

Dado o aumento do número de novos casos da covid-19, os departamentos franceses que fazem fronteira com o Grão-Ducado voltaram à lista da "vigilância reforçada".

De forma a responder à explosão dos novos casos de infeção, o Governo francês está a rever o nível de vigilância em todo o país. Face ao mais recente surto provocado pela propagação da variante britânica, Paris decidiu colocar 20 departamentos na chamada "vigilância reforçada". 

Dois estão na fronteira com o Grão-Ducado. Têm em comum uma taxa de incidência próxima dos 250 novos casos por 100 mil habitantes por semana e uma presença da variante britânica em mais de 50% dos casos. 

Caso os indicadores de saúde piorem, o Governo deverá impôr restrições mais rigorosas - semelhantes às que vigoram nos Alpes-Marítimos e na região de Dunquerque - já no fim-de-semana de seis de março. 

Para já, a campanha de vacinação deverá continuar a ser tem sido intensificada. Aqui ao lado, por exemplo, Thionville prepara-se para inaugurar sete centros de vacinação. Em Metz, o complexo desportivo de Saint-Symphorien servirá de centro improvisado para distribuir 2 mil doses de vacina Pfizer a cidadãos com 75 anos ou mais

Confinamento?

"A situação da saúde no nosso país deteriorou-se", justificou o primeiro-ministro Jean Castex. Na edição desta sexta-feira, o Le Monde avança inclusivamente que a possibilidade de impôr um novo confinamento na capital estará a ser discutida. 

Assumido defensor da ideia, o próprio vice-presidente da Câmara da capital, Emmanuel Grégoire, explica que "devemos também ser capazes de pensar na ideia de fazer maiores esforços a curto prazo com a perspectiva de reabrir muito mais rapidamente em vez de ficarmos sob recolher obrigatório durante meses a fio". 

De qualquer forma, em todo o país, a questão que tem dominado e dividido a opinião pública tem sido a opção pela manutenção das escolas abertas. O próprio primeiro ministro reconhece que, no momento, "a verdadeira questão principal é o não encerramento das escolas". 


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