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Vários países recomendam uso das máscaras FFP2
Mundo 25.01.2021 Do nosso arquivo online

Vários países recomendam uso das máscaras FFP2

Vários países recomendam uso das máscaras FFP2

Foto: Frank Rumpenhorst/dpa
Mundo 25.01.2021 Do nosso arquivo online

Vários países recomendam uso das máscaras FFP2

Devido às novas variantes, a Áustria tornou-se esta segunda-feira num dos primeiros países europeus em adotar as máscaras FFP2 como obrigatórias. Alemanha e França proíbem o uso de máscaras de pano em determinados espaços.

Se até agora era permitido máscaras artesanais de pano em transportes públicos, comércio, hospitais e locais de trabalho, a perigosidade e o elevado contágio das novas variantes do coronavírus levou o Governo austríaco a tomar esta medida para maiores de 14 anos. O objetivo é elevar a proteção dos cidadãos em locais onde não seja possível assegurar um distanciamento de dois metros.

Há algumas semanas estas máscaras que bloqueiam 94% das pequenas partículas através de um filtro especial estavam a mais de cinco euros cada e agora podem ser encontradas nos supermercados por 59 cêntimos. Os idosos residentes em lares e famílias de baixos rendimentos receberam pacotes de máscaras FFP2 grátis na semana passada.

Em França, as autoridades anunciaram que vão banir certo tipo de máscaras precisamente por não garantirem a proteção necessária face às novas variantes de covid-19 e recomendam o uso das FFP1 e das FFP2. A Alemanha segue a mesma orientação.

Já o estado alemão da Baviera impôs, desde a semana passada, o uso destas máscaras em lojas e transportes. As autoridades estaduais dizem querer "tornar a vida quotidiana mais segura".

As questões que se levantam agora são o preço de venda ao público, bastante superior em relação às tradicionais máscaras cirúrgicas ou de pano. Os governantes deste estado prometem 2,5 milhões destas máscaras gratuitas mas apenas para pessoas necessitadas. As farmácias, responsáveis pela distribuição queixam-se de falta de ajuda estatal.

O Luxemburgo mantém as máscaras mais eficazes "reservadas em princípio para profissionais de saúde ou pessoas vulneráveis, bem como para pessoas que tenham apresentado resultados positivos", de acordo com o Ministério da Saúde.

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