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Áustria enfrenta segunda vaga do novo coronavírus
Mundo 13.09.2020 Do nosso arquivo online

Áustria enfrenta segunda vaga do novo coronavírus

Áustria enfrenta segunda vaga do novo coronavírus

Foto: Roland Schlager/APA/dpa
Mundo 13.09.2020 Do nosso arquivo online

Áustria enfrenta segunda vaga do novo coronavírus

Lusa
Lusa
“Nós estamos no início da segunda vaga”, assumiu o chanceler Sebastian Kurz, advertindo que o país atingirá brevemente cerca de mil novos casos por dia.

A Áustria entrou na “segunda vaga” de infeções pelo novo coronavírus, declarou hoje o chanceler Sebastian Kurz, numa altura em que o número de casos positivos continua a aumentar no país.

De sexta-feira para sábado, este país de nove milhões de habitantes registou perto de 870 novos casos, mais de metade dos quais na capital.

No total, a Áustria conta com 33.000 casos de covid-19 e 750 mortes desde o início da pandemia.

“Nós estamos no início da segunda vaga”, declarou, num comunicado, Sebastian Kurz, advertindo que o país atingirá brevemente cerca de mil novos casos por dia.

O chanceler apelou à população que respeite estritamente as medidas antivírus e que reduza ao máximo os contactos.

Na sexta-feira, o Governo austríaco anunciou um endurecimento das medidas de uso de máscara e de ajuntamentos públicos, para inverter o aumento de infeções.

A partir de segunda-feira, as máscaras, que eram já indispensáveis nos supermercados e nos transportes, serão também obrigatórias nas lojas e nos edifícios públicos.

Kurz não excluiu novas medidas se o número de casos continuar a aumentar, mas manifestou a sua esperança de não ser necessário um segundo confinamento.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 916.372 mortos e mais de 28,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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