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União Europeia interdita espaço áereo aos Boeing Max 8 e Max 9
Mundo 12.03.2019

União Europeia interdita espaço áereo aos Boeing Max 8 e Max 9

União Europeia interdita espaço áereo aos Boeing Max 8 e Max 9

Foto: DPA
Mundo 12.03.2019

União Europeia interdita espaço áereo aos Boeing Max 8 e Max 9

Anúncio foi feito pela Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA), na sequência da queda do avião da companhia Ethiopian Airlines que causou a morte de 157 pessoas.

A Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA) anunciou que o espaço aéreo da União Europeia ficou interdito para os Boeing Max 8 e Max 9, na sequência da queda do aparelho da companhia Ethiopian Airlines que provocou a morte de 157 pessoas no último domingo.

Em comunicado, a EASA informou que foi tomada a decisão de "suspender todos os voos que pudessem ser operados por estes dois modelos da empresa Boeing". O anúncio surge depois de diversos países terem decretado a proibição de aparelhos do género serem utilizados. Reino Unido, Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Holanda e Irlanda foram os primeiros casos de proibição e a decisão da EASA foi revelada numa altura em que 15 países, dos quais metade europeus, e 31 companhias aéreas já estavam a manter no solo os Boeing em causa. Portugal vai seguir as indicações dadas pela EASA.

De acordo com o diário The Guardian, a autoridade civil do Reino Unido revelou: "Como não temos informações suficientes do gravador de dados de voo (caixa negra), tomámos como medida de precaução impedir qualquer voo comercial de qualquer operador que chegue, parta ou sobrevoe o espaço aéreo do Reino Unido". Existem cinco aparelhos modelo 737 Max no Reino Unido e fazem parte da TUI, principal empresa de viagens e turismo à escala mundial. Por outro lado, o Guardian adianta ainda que os 18 aviões 737 Max 8 da Norwegian com registo na Europa também estão sem voar e que a Turkish Airlines terá forçado dois dos seus Max 8, que seguiam rumo a solo britânico, a um regresso a Istambul.

Entre os países que já tinham feito o anúncio do cancelamento das atividades dos aparelhos em causa estão China, Austrália, Singapura, Omã e Coreia do Sul. O próximo pode ser o Canadá, pois já foi admitida essa indicação caso surjam novos dados acerca da segurança das referidas aeronaves.

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