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Fortes explosões. Tropas russas entram na segunda maior cidade e cercam outras duas na Ucrânia
Mundo 27.02.2022 Do nosso arquivo online
Guerra

Fortes explosões. Tropas russas entram na segunda maior cidade e cercam outras duas na Ucrânia

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Fortes explosões. Tropas russas entram na segunda maior cidade e cercam outras duas na Ucrânia

AFP
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Fortes explosões. Tropas russas entram na segunda maior cidade e cercam outras duas na Ucrânia

Lusa
Lusa
Os russos atacam mais cidades e os mísseis continuam a fazer vítimas entre civis e menores. Um hospital pediátrico em Kiev foi atingido e uma criança de seis anos faleceu.

O exército russo entrou na segunda maior cidade ucraniana, Kharkiv, no norte, e cercou duas cidades no sul da Ucrânia, Kherson e Berdiansk, no quarto dia da invasão do país. 

Em Kiev, outra zona residencial foi atacada, tendo morrido uma mulher e o exército russo atacou ainda uma base militar com tanque de combustível. Na capital, um hospital pediátrico foi atingido e uma criança de seis anos faleceu.

Também em Carcóvia, onde as forças russas se encontram já um edifício residencial foi atingido, e uma conduta de gás foi destruída.

As autoridades ucranianas confirmaram que as tropas russas entraram hoje em Kharkiv.

"Os veículos inimigos estão a circular pela cidade. Devido à situação operacional, o transporte no distrito de Oleksiyivka foi cancelado", informou na plataforma de mensagens Telegram o Serviço de Estado da Ucrânia para Comunicações Especiais e Proteção da Informação.

Na publicação é possível ver um vídeo no qual se observam vários veículos blindados numa zona urbana.


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Ofensiva militar

"Durante as últimas 24 horas, as forças armadas russas bloquearam completamente as cidades de Kherson e Berdiansk", que têm respetivamente 290.000 e 110.000 habitantes, adiantou por sua vez o Ministério da Defesa russo, citado pela agência de notícias TASS.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos 198 mortos, incluindo civis, e mais de 1.100 feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 150.000 deslocados para a Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

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