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Ucrânia. Portugal contribui com 1ME para pacote de ajuda da NATO
Mundo 30.11.2022
Guerra na Ucrânia

Ucrânia. Portugal contribui com 1ME para pacote de ajuda da NATO

O montante, integrado num pacote de apoio não letal, ajudará à recuperação das infraestruturas energéticas danificadas pelos bombardeamentos russos
Guerra na Ucrânia

Ucrânia. Portugal contribui com 1ME para pacote de ajuda da NATO

O montante, integrado num pacote de apoio não letal, ajudará à recuperação das infraestruturas energéticas danificadas pelos bombardeamentos russos
Foto de arquivo: Ihor TKACHOV/AFP
Mundo 30.11.2022
Guerra na Ucrânia

Ucrânia. Portugal contribui com 1ME para pacote de ajuda da NATO

Lusa
Lusa
O apoio, anunciado esta quarta-feira, servirá, entre outras coisas, para ajudar a repor a capacidade energética da Ucrânia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou, esta quarta-feira, que Portugal vai avançar com uma contribuição extraordinária de um milhão de euros para o pacote da NATO de apoio não letal à Ucrânia, num contexto de crise energética naquele país.

“Portugal vai dar um contributo extraordinário para o pacote de assistência abrangente, que é um pacote da NATO para apoio não letal e, portanto, que será também dedicado à reposição da capacidade energética da Ucrânia. E demos hoje a indicação que avançaremos com uma contribuição extraordinária de um milhão de euros”, anunciou.

João Gomes Cravinho falava aos jornalistas à margem da reunião do Conselho do Atlântico Norte que junta os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO no Palácio do Parlamento, na capital da Roménia, e termina esta quarta-feira.


O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, durante a audição na Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República.
Portugal vai continuar a "contribuir solidariamente" para a defesa da Ucrânia
A informação foi avançada esta segunda-feira pelo ministro dos Negócios Estrangeiros.

Apoio militar "é uma constante"

Questionado sobre se Portugal vai ajudar a Ucrânia com geradores ou outro tipo de material que ajude a restaurar o sistema de energia do país e a combater o inverno - que segundo a NATO está a ser usado pelo presidente russo como “arma de guerra” - Cravinho respondeu que essa possibilidade está a ser estudada, mas salientou que “existe neste momento uma escassez generalizada no mercado de geradores em função da elevada procura, justamente para fazer face à destruição provocada pela Rússia”.

“Em relação ao apoio militar, é uma constante. Portugal está constantemente a rever a suas possibilidades e ao longo da duração da guerra iremos com certeza reforçar o nosso apoio”, sublinhou. 

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