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Trump foi ultrapassado na Pensilvânia e perdeu as eleições nas urnas
Mundo 06.11.2020 Do nosso arquivo online

Trump foi ultrapassado na Pensilvânia e perdeu as eleições nas urnas

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Trump foi ultrapassado na Pensilvânia e perdeu as eleições nas urnas

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Foto: AFP
Mundo 06.11.2020 Do nosso arquivo online

Trump foi ultrapassado na Pensilvânia e perdeu as eleições nas urnas

Redação
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Caso estes resultados se mantenham, Biden é o próximo Presidente dos EUA. Os mais de 100 milhões de votos por correspondência , em tempos de pandemia, derrotaram o atual Presidente. Resta saber quem vai convencer Trump desta realidade.

Joe Biden assume a liderâça em Pensilvânia com quase seis mil votos às 14.52 h do Luxemburgo. 

Joe Biden tem neste momento a maior votação de sempre de um candidato presidencial nos EUA, mesmo sem terem sido contabilizados todos os votos nos estados democratas mais populosos como a Califórnia e Nova Iorque. Quando estes sufrágios forem contabilizados, a diferença de votos poderá ser superior a seis milhões de votos a favor de Biden.

Desde o início que se sabia que os votantes republicanos iam votar presencialmente, por apelo de Donald Trump, e que os democratas, devido aos perigos da covid-19, apelaram ao voto por correspondência. 

Na maior parte dos estados os primeiros votos a serem contados foram os presenciais, o que deu uma ilusória vitória a Trump. Com o passar do tempo, foram sendo contados os cerca de 100 milhões de votos por correspondência, mais de metade dos eleitores, e esses votos maioritariamente de eleitores democráticos, foram dando novos estados ao candidato Joe Biden. A reconquista dos estados industriais do norte, mais alguns estados do sul, permite-lhe uma vitória bastante mais folgada do que seria previsível. 

Pensilvânia, Wisconsin, Michigan na chamada cintura azul; e Arizona, Nevada e Geórgia no sul dos EUA. São as principais conquistas de Biden. 

Resta agora saber, se Trump aceitará os resultados. As suas alegações de fraude têm tropeçado na falta de provas. Mas até sair da Casa Branca, o Presidente dos EUA tem muitos poderes e poderá complicar muito a situação.

Os democratas já nomearam entretanto uma equipa para liderar a transição que terá, constitucionalmente, acabar com a tomada de pose do novo Presidente a 20 de janeiro de 2021. 

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