Escolha as suas informações

Steve Bannon entre os 140 perdões de Trump prestes a sair da Casa Branca
Mundo 20.01.2021

Steve Bannon entre os 140 perdões de Trump prestes a sair da Casa Branca

Steve Bannon entre os 140 perdões de Trump prestes a sair da Casa Branca

Foto: AFP
Mundo 20.01.2021

Steve Bannon entre os 140 perdões de Trump prestes a sair da Casa Branca

Ex-membros do Congresso, aliados políticos e familiares estão na lista de indultos.

O Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, perdoou e comutou hoje penas a mais de 140 pessoas, entre elas o antigo conselheiro Steve Bannon, a poucas horas de terminar o mandato.

No total, Trump concedeu perdões a 73 pessoas e comutou penas a outras 70, numa lista que inclui ex-membros do Congresso, aliados políticos, membros da sua família e até o famoso 'rapper' Lil Wayne.

O democrata Joe Biden toma posse hoje como Presidente dos EUA, numa Washington deserta, por causa da pandemia, e invadida por 25 mil soldados, duas semanas depois da invasão do Capitólio.

Um dos indultados é Steve Bannon, antigo conselheiro da Casa Branca, que abandonou a administração norte-americana em 2017 e colaborou com movimentos de extrema-direita em vários países, designadamente na Europa, e é acusado de conspiração para fraude eletrónica e conspiração para branqueamento de dinheiro, puníveis com até 20 anos de prisão cada um.


Mischael Modrikamen. "Donald Trump vai acabar por aderir ao Movement"
O principal parceiro de Steve Bannon na Europa que fundou, com ele , um movimento para apoiar a ascensão da extrema-direita no mundo deu uma entrevista ao Contacto.

Bannon, acusado de desvio de dinheiro para a construção de um muro entre os Estados Unidos e o México, foi libertado no mesmo dia da detenção, após pagar fiança. Segundo a acusação, Bannon e os colaboradores montaram um esquema para desviar dinheiro recolhido através da campanha "We Build The Wall" ("Nós Construímos o Muro"), que reuniu mais de 25 milhões de dólares (21,1 milhões de euros).

A campanha prometia que a totalidade dos fundos angariados financiariam a construção do muro, principal promessa eleitoral do Presidente, mas, segundo a acusação, a promessa era "falsa".

Com Lusa

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas