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Sete ativistas de Hong Kong condenados a penas entre seis meses e um ano de prisão
Mundo 17.10.2021
Hong Kong

Sete ativistas de Hong Kong condenados a penas entre seis meses e um ano de prisão

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Sete ativistas de Hong Kong condenados a penas entre seis meses e um ano de prisão

AFP
Mundo 17.10.2021
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Sete ativistas de Hong Kong condenados a penas entre seis meses e um ano de prisão

Lusa
Lusa
Na altura de aplicar as sentenças, o juiz alegou que os acusados tinham consciência de que o protesto se tornaria violento.

Sete conhecidos ativistas e políticos de Hong Kong foram condenados a penas entre seis meses e um ano de prisão por terem participado numa manifestação em 01 de julho de 2020, noticiou a radiotelevisão pública de Hong Kong (RTHK).

Segundo a mesma fonte, os condenados são os ex-deputados Wu Chi-wai, Leung "Pelolargo" Kwok-hung e Chu Hoi-dick, ex-conselheiros do distrito Chui Chi-Kin, Tsang Kin-shing, um dos líderes da Frente Cívica de Direitos Humanos (FCDH), Figo Chan e o ex-membro da Liga dos Social-Democratas (LSD) Tang Sai-lai.

Todos se haviam declarado culpados de terem organizado, participado ou incitado à participação na manifestação de 01 de julho de 2020, convocada pela FCDH para assinalar o aniversário do retrocesso de Hong Kong à soberania chinesa que não fora viabilizada pelas autoridades por questões relacionadas com a pandemia de covid-19.


Imagem de arquivo
Hong Kong. Coligação que promoveu maiores protestos pró-democracia anuncia dissolução
A maioria dos ativistas da CHRF foram detidos e encarcerados, incluindo os antigos líderes da CHRF Jimmy Sham e Figo Chan.

Chan foi condenado a 12 meses de prisão, Tsang e Wu a 10 meses, e os restantes a seis meses.

Chan, Chu y Leung encontram-se a cumprir pena em estabelecimentos prisionais em Hong Kong após terem sido condenados noutros processos.

As manifestações antigovernamentais em massa registadas nas ruas de Hong Kong no segundo semestre de 2019 resultaram em confrontos violentos entre alguns manifestantes radicais e as forças de segurança.

Outro dos acusados no mesmo processo, Lancelot Chan, não se declarou culpado por ter incitado à participação na manifestação, pelo que o seu processo judicial foi adiado para junho de 2022.

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