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Presidente sírio Bashar al-Assad toma posse para um quarto mandato
Mundo 17.07.2021
Síria

Presidente sírio Bashar al-Assad toma posse para um quarto mandato

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Presidente sírio Bashar al-Assad toma posse para um quarto mandato

Foto: AFP
Mundo 17.07.2021
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Presidente sírio Bashar al-Assad toma posse para um quarto mandato

Lusa
Lusa
A pressão económica e a deterioração da situação social na Síria continuam a acentuar-se, com o governo a aumentar, nas últimas semanas, os preços dos combustíveis, do pão, do açúcar e do arroz não subsidiados, enquanto os cortes de energia se agravaram e o racionamento chega a cerca de 20 horas por dia.

Este sábado o presidente sírio, Bashar al-Assad, tomou posse para um quarto mandato, depois de, em 26 de maio, ter vencido com 95,1% dos votos umas eleições presidenciais amplamente criticadas pelo Ocidente e pela oposição.

Em cerimónia realizada no palácio presidencial, em Damasco, Assad prestou juramento sobre a Constituição e o Corão, na presença de mais de 600 convidados, incluindo ministros, empresários, académicos e jornalistas.

No poder desde 2000, Assad afirmou que a eleição presidencial “provou a força da legitimidade popular concedida pelo povo ao Estado e desacreditou as declarações das autoridades ocidentais sobre a legitimidade do Estado, da Constituição e da pátria”.


Parlamento sírio.
Síria anuncia eleições presidenciais para 26 de maio
O presidente do Parlamento da Síria anunciou hoje que serão realizadas em 26 de maio eleições presidenciais, as segundas desde o início da guerra há 10 anos, que dividiu o país liderado por Bashar al-Assad.

Num país devastado por mais de 10 anos de uma guerra que matou quase meio milhão de pessoas, o presidente sírio apresentou-se como o homem da reconstrução, depois de ter conquistado, desde 2015, dois terços do território, com o apoio de Rússia e Irão.

O triunfo nas eleições presidenciais de Bashar al-Assad é o segundo desde o início, em 2011, de uma guerra que envolve muitos beligerantes e potências estrangeiras, que deixou quase 500.000 mortos e deslocados e exilou vários milhões de pessoas.

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