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Síria: EUA lançam ataque a posições de Bashar al-Assad
Mundo 07.04.2017

Síria: EUA lançam ataque a posições de Bashar al-Assad

Foram 69 os mísseis lançdos sobre a Síria desde navios americano estacionados no Mediterrâneo

Síria: EUA lançam ataque a posições de Bashar al-Assad

Foram 69 os mísseis lançdos sobre a Síria desde navios americano estacionados no Mediterrâneo
REUTERS
Mundo 07.04.2017

Síria: EUA lançam ataque a posições de Bashar al-Assad

Os Estados Unidos lançaram na quinta-feira dezenas de mísseis de cruzeiro contra um aeródromo na Síria, no primeiro ataque direto contra o regime de Bashar al-Assad desde que começou a guerra civil naquele país.

Os Estados Unidos lançaram na quinta-feira dezenas de mísseis de cruzeiro contra um aeródromo na Síria, no primeiro ataque direto contra o regime de Bashar al-Assad desde que começou a guerra civil naquele país.

O ataque surge na sequência do bombardeamento com armas químicas contra uma localidade no norte da Síria, que matou mais de 80 civis na terça-feira, noticiou a imprensa norte-americana.

Dezenas de mísseis "Tomahawk" foram disparados contra a base aérea de Shayrat, na cidade síria de Homs, de onde o Governo norte-americano acredita que partiram os caças que executaram ataques aéreos, de acordo com fontes miliares.

O Governo de Donald Trump tomou medidas de forma unilateral contra o Governo sírio, que acusa de uso de armas químicas, apesar de conversações estarem a decorrer no Conselho de Segurança da ONU.

Minutos antes da ofensiva norte-americana, a Rússia tinha advertido os Estados Unidos contra “consequências negativas” de uma ação militar na Síria em resposta ao ataque químico.

“Há que pensar nas consequências negativas. Toda a responsabilidade, se houver uma ação militar, estará sobre os ombros daqueles que a iniciarem”, disse aos jornalistas o embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov.

Na ONU, os membros do Conselho de Segurança continuam a negociar uma resolução em resposta ao ataque químico, mas até agora o grupo continua muito dividido.

A representante norte-americana, Nikki Haley, já tinha alertado, no dia anterior, que Washington podia tomar algum tipo de medida unilateral se o Conselho de Segurança continuasse bloqueado.

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