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Rússia anuncia "retirada" de forças de posto estratégico em Lyman
Mundo 01.10.2022
Guerra na Ucrânia

Rússia anuncia "retirada" de forças de posto estratégico em Lyman

Soldados russos em Mariupol (imagem de arquivo)
Guerra na Ucrânia

Rússia anuncia "retirada" de forças de posto estratégico em Lyman

Soldados russos em Mariupol (imagem de arquivo)
Foto: AFP
Mundo 01.10.2022
Guerra na Ucrânia

Rússia anuncia "retirada" de forças de posto estratégico em Lyman

Lusa
Lusa
Nas últimas horas, as forças ucranianas tinham anunciado a entrada em Lyman, na região de Donetsk, cuja anexação pela Rússia foi celebrada esta sexta-feira por Moscovo.

O exército russo anunciou hoje a "retirada" da cidade de Lyman, um importante entroncamento ferroviário no leste da Ucrânia que soldados ucranianos dizem ter "cercado" nas últimas horas.

"Ameaçadas de cerco, as tropas aliadas foram retiradas de Lyman para posições mais favoráveis", informou o Ministério da Defesa russo, em comunicado, referindo-se a um posto onde as forças controladas por Moscovo tinham posicionado cerca de 5.000 soldados.


Milhares de tropas russas cercadas na região anexada de Donetsk
O porta-voz do exército ucraniano, Sergei Cherevatiy, afirmou à televisão ucraniana que mais de 5.000 soldados russos estão cercados.

Nas últimas horas, as forças ucranianas tinham anunciado a entrada em Lyman, na região de Donetsk, cuja anexação pela Rússia tinha sido celebrada na sexta-feira por Moscovo.

“Lyman é um posto importante, já que constitui o próximo passo para a libertação do Donbass. Esta é uma oportunidade para avançarmos para Kreminna e para Sievierodonetsk, pelo que se torna psicologicamente muito relevante”, admitiu Serhii Cherevatyi, porta-voz das forças ucranianas.

Lyman constitui um importante centro logístico, um relevante entroncamento ferroviário e um posto fundamental para a frente russa na Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,4 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

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