Reino Unido: Negociações para Brexit iniciam-se dentro de duas semanas
O Reino Unido prevê começar dentro de duas semanas, conforme previsto, as negociações sobre a saída do país da União Europeia.
O Reino Unido prevê começar dentro de duas semanas, conforme o previsto, as negociações sobre a saída do país da União Europeia, comunicou hoje a primeira-ministra britânica, Theresa May, à chanceler alemã, Angela Merkel.
A informação consta num comunicado divulgado pelos serviços do Governo britânico.
Segundo o comunicado, Theresa May teve uma conversa telefónica com a chanceler alemã, durante a qual “confirmou a sua intenção de iniciar como previsto as discussões sobre o Brexit nas próximas duas semanas”.
Esta conversa ocorreu pouco tempo depois de a conservadora britânica ter anunciado que chegou a um princípio de acordo com o Partido Democrático Unionista (DUP) da Irlanda do Norte para governar com o apoio pontual, mas aparentemente sem coligação.
"Damos as boas-vindas a este compromisso, que pode dar a todo o país a estabilidade e a previsibilidade que se requer durante e depois do 'Brexit'", disse o porta-voz de May, depois de anunciar "os princípios de um esboço de acordo".
Os dez deputados do DUP podem dar a maioria de que os conservadores precisam depois de terem reduzido a sua presença no Parlamento para 318 deputados, menos oito do que precisariam para terem maioria absoluta.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, afirmou que no caso de não haver acordo sobre o Brexit, os aviões britânicos poderão ficar impedidos de aterrar na União Europeia (UE).
No primeiro dia da sua visita ao Reino Unido, o presidente dos Estados Unidos lançou uma bomba atómica, desta vez não escolheu o Twitter, usou o The Sun do seu amigo Murdoch para dizer que o Brexit suave liquida qualquer acordo com os norte-americanos e que gostava muito de ver Boris Johnson como futuro primeiro-ministro do Reino Unido. Isso no dia em que a primeira-ministra que o recebe, e o trata por "querido amigo", apresentou o seu plano de saída da União Europeia.
A primeira-ministra britânica, Theresa May, prepara-se para oferecer 20 mil milhões de euros para pagar a fatura do Brexit. A notícia é avançada pelo Financial Times, que garante que o discurso que a governante deverá fazer na próxima sexta-feira sobre o Brexit, inclui já este valor.
O primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, admite que o Brexit pode vir a custar ao Reino Unido cerca de 54 mil milhões de libras (60 mil milhões de euros).
Os papéis de divórcio entre o Reino Unido e a União Europeia já deram entrada em Bruxelas. A primeira-ministra britânica, Theresa May, acionou o artigo 50 do Tratado de Lisboa e deu o tiro de partida para as negociações do Brexit.
A primeira-ministra britânica pedirá “união” aos cidadãos no seu esperado discurso sobre o ‘brexit’, que decorrerá na terça-feira, com o objetivo de construir um Reino Unido “global”, adiantaram hoje vários jornais britânicos.
Manifestações dos "gilets jaunes" em França envolveram dezenas de milhares de pessoas, naquele que foi o décimo sábado consecutivo de protestos contra as políticas da administração francesa.
O número de migrantes desaparecidos após um naufrágio a 50 milhas da costa da Líbia subiu de 20 para 114, enquanto três foram resgatados e outros três morreram, anunciou hoje a Organização Internacional das Migrações (OIM) em Itália.
Milhares de "coletes amarelos" manifestaram-se hoje, pelo décimo sábado consecutivo, em toda a França, apesar do "grande debate" nacional iniciado pelo Presidente Emmanuel Macron, visando apaziguar o descontentamento popular que dura há dois meses.
O Parlamento e os britânicos vão conhecer na segunda-feira os próximos passos que o Governo pretende dar no processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE), após vários dias de reuniões entre a primeira-ministra e oposição.
Um jornalista do Républicain Lorrain foi agredido por um "colete amarelo". O caso teve lugar esta sexta-feira, enquanto fazia uma reportagem sobre uma manifestação em Longeville-lès-Saint-Avold, do lado da fronteira francesa, na região da Mosela.
Manifestações dos "gilets jaunes" em França envolveram dezenas de milhares de pessoas, naquele que foi o décimo sábado consecutivo de protestos contra as políticas da administração francesa.
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