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Que países apoiam Maduro e quais apoiam o líder da oposição

Que países apoiam Maduro e quais apoiam o líder da oposição

Foto: Juan Carlos Hernandez/ZUMA Wire
Mundo 29 24.01.2019

Que países apoiam Maduro e quais apoiam o líder da oposição

A crise na Venezuela continua a dividir os Estados do globo. Fica aqui a lista dos países que assistiram à tomada de posse de Nicolás Maduro, reconhecendo a sua eleição, e dos países que consideram que o líder da oposição e presidente do parlamento é o dirigente legítimo da Venezuela. Só por curiosidade, o Vaticano reconheceu Nicolas Maduro como presidente da Venezuela e Donald Trump apoia Juan Guaidó.

Países que reconhecem Juan Guaidó (11): Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Brasil, Paraguai, Argentina, Peru, Equador, Costa Rica, Chile e Guatemala.

Países que reconhecem e estiveram presentes na sua tomada de Nicolás Maduro (39): Vaticano, Bolívia, Cuba, El Salvador, Abecásia, Ossétia do Sul, Nicarágua, Trinidade e Tobago, São Cristóvão e Neve, São Vicente e Granadinas, China,Turquia, Dominica, Bielorrúsia, Suriname, Palestina, Antígua e Barbuda, Angola, Laos, Moçambique, Sérvia, Egipto, India, Nigéria, Catar, República Dominicana, África do Sul, Vietname, Iraque, Líbano, México, Granada, Síria, Argélia, Irão, Rússia, República Árabe Saraui, Belize e Uruguai.

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, tomou uma posição de pedir a Maduro que aceite uma transição pacífica e respeite o povo da Venezuela. A União Europeia não reconheceu a eleição de Nicolás Maduro.

O presidente do parlamento venezuelano, o opositor Juan Guaidó, autoproclamou-se ontem presidente interino da Venezuela, perante uma concentração de milhares de pessoas, no leste de Caracas. Horas depois, Nicolás Maduro rejeitava deixar a presidência da Venezuela, acusando os Estados Unidos de ingerência nos destinos do país. 

Entre ontem e hoje, pelo menos 16 pessoas morreram nos confrontos que se registaram entre manifestantes e forças de segurança no país. O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje ao diálogo na Venezuela, para impedir uma escalada que termine num “desastre”, à margem do fórum económico mundial de Davos.  

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