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Protestos contra a invasão da Ucrânia continuam na Rússia. Mais de 1000 manifestantes foram presos
Mundo 06.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Protestos contra a invasão da Ucrânia continuam na Rússia. Mais de 1000 manifestantes foram presos

Guerra na Ucrânia

Protestos contra a invasão da Ucrânia continuam na Rússia. Mais de 1000 manifestantes foram presos

Foto: AFP
Mundo 06.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Protestos contra a invasão da Ucrânia continuam na Rússia. Mais de 1000 manifestantes foram presos

O líder da oposição russa, Alexei Navalny, também exortou a população a “ignorar as proibições” e a sair para as ruas de Moscovo e São Petersburgo para exigir o fim da invasão da Ucrânia e protestar contra o presidente Putin.

Mais de 1.000 pessoas foram detidas este domingo, na Rússia, por protestarem contra a invasão da Ucrânia. Os protestos decorreram em 30 cidades por todo o país elevando para cerca de 10.000 o número de manifestantes detidos desde 24 de fevereiro, segundo os dados da ONG OVD-Info, especializada na monitorização de protestos, citados pela AFP.


Mais de 1.800 manifestantes contra a guerra na Ucrânia foram detidos na Rússia.
Mais de 1.800 manifestantes detidos na Rússia por protestos contra a guerra
Mais de 1.800 manifestantes contra a guerra na Ucrânia foram detidos na Rússia, declarou esta sexta-feira o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que pediu a libertação das pessoas ainda detidas.

De acordo com a Lusa, também o líder da oposição russa, Alexei Navalny, exortou a população a “ignorar as proibições” e a sair para as ruas de Moscovo e São Petersburgo para exigir o fim da invasão da Ucrânia e protestar contra o presidente Putin.

Numa mensagem divulgada às 14h locais, Navalny apelou à concentração na Praça Maniezh, em Moscovo, e no histórico centro comercial Gostiny Dvor, em São Petersburgo.

Os protestos desafiam os avisos das autoridades russas a quem proteste contra a a guerra. A procuradoria-geral da Rússia e o Ministério do Interior avisaram, nas últimas horas a população para que não participe nos protestos, lembrando que, quem o fizer, será punido com penas de prisão.

(Com agências)


 


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