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Presidente ucraniano pede à população para "não depor as armas" e "defender o país"
Mundo 26.02.2022 Do nosso arquivo online
Guerra

Presidente ucraniano pede à população para "não depor as armas" e "defender o país"

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Presidente ucraniano pede à população para "não depor as armas" e "defender o país"

AFP
Mundo 26.02.2022 Do nosso arquivo online
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Presidente ucraniano pede à população para "não depor as armas" e "defender o país"

Lusa
Lusa
Depois de uma noite intensa de bombardeamentos, Volodymyr Zelensky apelou à população para ajudar o exército ucraniano a combater os russos.

O presidente da Ucrânia apelou esta manhã à ajuda da população para combater os russos numa mensagem vídeo publicada na rede social Facebook pediu esta manhã à população para não depor as armas e defender o país. Em Kiev, o exército ucraniano se confronta já com as forças russas, dois dias depois do início da invasão.

"Estou aqui. Não vamos depor as armas e vamos defender o nosso país", declarou Volodymyr Zelensky, na mensagem.

Entretanto, Moscovo afirmou ter visado as infraestruturas militares ucranianas com mísseis de cruzeiro.


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As tropas russas estão a tentar tomar Kiev, a capital ucraniana. O próprio Ministério da Defesa da Ucrânia exortou, através das redes sociais, que os ucranianos ajudem a "neutralizar o ocupante" (veja as imagens(.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos mais de 120 mortos, incluindo civis, e centenas de feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 100.000 deslocados no primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa "desmilitarizar e 'desnazificar'" o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo de seus "resultados" e "relevância".


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A Força de Reação Rápida da NATO conta com 40.000 soldados e incluiu uma força operacional conjunta de altíssimo nível de prontidão (VJTF), de 8.000 soldados, atualmente comandados pela França.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

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