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Prémio Nobel da Paz: Obama elogia coragem do presidente colombiano
Mundo 08.10.2016 Do nosso arquivo online

Prémio Nobel da Paz: Obama elogia coragem do presidente colombiano

  O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama.

Prémio Nobel da Paz: Obama elogia coragem do presidente colombiano

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama.
Foto: AFP
Mundo 08.10.2016 Do nosso arquivo online

Prémio Nobel da Paz: Obama elogia coragem do presidente colombiano

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, elogiou na sexta-feira a coragem do seu homólogo da Colômbia e considerou que Juan Manuel Santos mereceu o Nobel da Paz deste ano.

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, elogiou na sexta-feira a coragem do seu homólogo da Colômbia e considerou que Juan Manuel Santos mereceu o Nobel da Paz deste ano.

"O Comité Nobel tomou a decisão certa em distinguir os seus incansáveis esforços de levar à Colômbia uma paz justa e duradoura", disse Obama, ele próprio premiado com o Nobel da Paz em 2009.

O Presidente norte-americano elogiou, através de um comunicado, a "inabalável" e "corajosa" liderança de Santos durante anos de "difíceis negociações" com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que culminaram com a assinatura, este ano, de um acordo e paz, após mais de cinco décadas de conflito.

O acordo foi, porém, rejeitado pelos colombianos que foram chamados a pronunciar-se num referendo, realizado no domingo passado.

"O voto democrático desta semana lembra que há ainda trabalho a fazer para concretizar o futuro por que o Presidente Santos e tantos cidadãos estão a lutar. Mas é também um sinal de que o diálogo nacional de que a Colômbia precisa está a acontecer", afirmou Obama, dizendo ainda que o "Presidente Santos e os cidadãos da Colômbia estão a mudar o país para melhor".

O Presidente dos EUA reafirma ainda o compromisso de Washington com o programa "Paz Colômbia", de ajuda norte-americana para a fase pós-conflito e que, sublinha, ajudará a reforçar "os avanços em termos de segurança, a reintegração de ex-combatentes na sociedade e o aumento das oportunidades e da legalidade".

Obama pediu em Fevereiro ao Congresso mais de 450 milhões de dólares para este programa, condicionado pela assinatura de um acordo de paz, como acabou por acontecer.

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