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Polónia deteta fuga no oleoduto Druzhba que liga a Rússia à Alemanha
Mundo 12.10.2022
Guerra na Ucrânia

Polónia deteta fuga no oleoduto Druzhba que liga a Rússia à Alemanha

Foto (ilustração).
Guerra na Ucrânia

Polónia deteta fuga no oleoduto Druzhba que liga a Rússia à Alemanha

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Foto: AFP
Mundo 12.10.2022
Guerra na Ucrânia

Polónia deteta fuga no oleoduto Druzhba que liga a Rússia à Alemanha

Lusa
Lusa
No final de setembro, explosões submarinas de alta potência danificaram no Mar Báltico os gasodutos Nord Stream 1 e 2, que liga a Rússia à Alemanha.

Uma das duas linhas do oleoduto Druzhba, que liga a Rússia à Alemanha, foi encerrada após uma fuga ter sido detetada no centro da Polónia, anunciou esta quarta-feira a empresa polaca PERN.

"As causas do incidente não são conhecidas neste momento - o bombeamento na linha danificada foi imediatamente interrompido. A linha 2 da tubulação está a operar normalmente", disse a PERN num comunicado, acrescentando que a fuga foi detetada na noite de terça-feira.

No final de setembro, explosões submarinas de alta potência danificaram no Mar Báltico os gasodutos Nord Stream 1 e 2, que liga a Rússia à Alemanha, provocando fuga de metano.

Washington e Moscovo acusaram-se mutuamente pela tentativa de sabotar os gasodutos construídos pela Rússia. Os confrontos entre os dois países prolongaram-se durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, em Nova Iorque, que fora convocada pela Rússia para discutir os problemas nos gasodutos.


Fotografia tirada a 28 de Setembro de 2022 mostra a libertação de gás proveniente do gasoduto Nord Stream 1, na zona económica sueca no Mar Báltico.
Suécia diz que fuga de gás apenas parou num dos gasodutos
Durante um sobrevoo efetuado esta manhã pela guarda costeira, verificou-se que a fuga ativa tinha um diâmetro de bolhas no mar de "cerca de 30 metros".

Suécia e Dinamarca divulgaram um relatório provando que as fugas tinham sido provocadas por fortes explosões submarinas, no Mar Báltico.

Há vários anos que os Estados Unidos avisam a Alemanha dos riscos de ficar dependente da energia russa.

Os ataques aos oleodutos levaram as empresas de energia e os governos europeus a reforçar a segurança em torno desta infraestrutura energética.

Estes incidentes ocorreram após a invasão da Rússia à Ucrânia, em 24 de fevereiro, e a posterior aplicação de sanções aos russos - nomeadamente sobre os produtos petrolíferos - pelos países Ocidentais.

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