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Polícia espanhola procura crocodilo à solta no rio Douro
Mundo 2 min. 07.06.2020 Do nosso arquivo online

Polícia espanhola procura crocodilo à solta no rio Douro

Polícia espanhola procura crocodilo à solta no rio Douro

Foto: Shutterstock
Mundo 2 min. 07.06.2020 Do nosso arquivo online

Polícia espanhola procura crocodilo à solta no rio Douro

Autoridades fazem buscas para encontrar cocodilo do Nilo com 250 kg, de uma espécie "muito agressiva", dizem especialistas.

As autoridades espanholas procuram um crocodilo do Nilo, com 250 kg, que estará no rio Douro, entre o troço de 20 quilómetro entre Simancas e Tordesilhas. 

As buscas para capturar o réptil, classificado como sendo de "uma espécie agressiva", começaram ainda ontem à tarde, depois de três testemunhos distintos terem contactado a polícia sobre o avistamento de um crocodilo, na zona de Pesqueruela (Valladolid), entre sexta-feira e sábado.

Estão envolvidos vários meios, incluindo drones, e uma dezena de especialistas, entre agentes da polícia de Simancas e do Serviço de Proteção da Natureza da Guarda Civil.

O crocodilo de Castelo do Bode e o peixe-gato

Há cerca de dez anos, sucessivos avistamentos davam conta de que existiria um crocodilo na albufeira de Castelo do Bode, perto do rio Zêzere, no centro de Portugal. 

As primeiras notícias sobre esses avistamentos começaram em abril e duraram até junho de 2011, com o relato mais recente de um praticante de canoagem que descrevera às autoridades ter visto um animal "com cerca de um metro, a 19 quilómetros a norte do local do anterior avistamento, na zona de limite da freguesia de Cernache do Bonjardim e do concelho da Sertã", noticiou, na altura o jornal regional, 'O Mirante'.

As autoridades fizeram buscas exaustivas nas águas da albufeira, que se estende por cerca de 60 quilómetros, e nas suas margens, mas nunca encontrou nenhum crocodilo. 

A presença de um animal desse tipo naquela zona, um boato que já então tinha mais de uma década, e que de vez em quando ressurgia, não se confirmou, atribuindo-se a confusão com o avistamento de um peixe-gato, que, apesar de não ser escamoso, poderá ser facilmente confundido com um réptil.

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