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Passaporte sírio encontrado era de refugiado que passou pela Grécia
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online
Paris/Atentados

Passaporte sírio encontrado era de refugiado que passou pela Grécia

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Passaporte sírio encontrado era de refugiado que passou pela Grécia

Foto: Reuters
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online
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Passaporte sírio encontrado era de refugiado que passou pela Grécia

O passaporte sírio encontrado pela polícia no local de um dos atentados de Paris pertencia a um refugiado registado na ilha de Lesbos em outubro, disse hoje um ministro grego.

O passaporte sírio encontrado pela polícia no local de um dos atentados de Paris pertencia a um refugiado registado na ilha de Lesbos em outubro, disse hoje um ministro grego.

Nikos Toskas, ministro para a Proteção dos Cidadãos, advertiu no entanto ser impossível confirmar para já se o passaporte pertencia à pessoa que o tinha consigo no momento do ataque e se a pessoa em causa era um dos atacantes ou uma das vítimas.

“Confirmo que o detentor do passaporte sírio entrou na ilha grega de Lesbos a 3 de outubro, e foi registado de acordo com as regras da União Europeia”, afirmou o ministro num comunicado.

Fontes da polícia francesa indicaram que o passaporte foi encontrado “perto do corpo de um dos atacantes” que visaram a sala de concertos de Bataclan, onde morreram 82 pessoas.

A “pista síria” é uma das hipóteses de trabalho dos investigadores, segundo fontes policiais, que estão a verificar todos os elementos com serviços de informações de outros países, designadamente europeus.

Uma fonte policial tinha dito hoje de manhã à agência France Presse que os bombistas suicidas eram aparentemente “experimentados e bem treinados” e testemunhas dos ataques descreveram-nos como “muito jovens e seguros de si”.

A possibilidade de terem treinado e eventualmente passado algum tempo em zonas dominadas por ‘jihadistas’, nomeadamente na Síria, colocou-se “rapidamente” aos investigadores, segundo fontes policiais citadas pela agência.

Seis atentados perpetrados quase em simultâneo na sexta-feira à noite, em Paris, fizeram pelo menos 128 mortos, um deles português, e 300 feridos.

O grupo extremista Estado Islâmico, que controla vastas áreas no Iraque e na Síria, reivindicou os ataques.

(Agência Lusa)


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