Escolha as suas informações

Paris/Atentados: Procuradoria de Paris diz que cérebro dos atentados não foi detido
Mundo 2 min. 19.11.2015 Do nosso arquivo online

Paris/Atentados: Procuradoria de Paris diz que cérebro dos atentados não foi detido

O alegado cérebro estratégico dos atentados de 13 de Novembro em Paris, Abdelhamid Abaaoud

Paris/Atentados: Procuradoria de Paris diz que cérebro dos atentados não foi detido

O alegado cérebro estratégico dos atentados de 13 de Novembro em Paris, Abdelhamid Abaaoud
REUTERS
Mundo 2 min. 19.11.2015 Do nosso arquivo online

Paris/Atentados: Procuradoria de Paris diz que cérebro dos atentados não foi detido

O alegado cérebro dos atentados de Paris, Abdelhamid Abaaoud, não se encontrava entre os oito indivíduos detidos quarta-feira em Paris, disse o procurador de Paris, François Molins. No entanto, o Washington Post contradiz o procurador e noticía que Abaaoud foi morto durante a intervenção policial, citando duas fontes das secretas francesas.

O alegado cérebro dos atentados de Paris, Abdelhamid Abaaoud, não se encontrava entre os oito indivíduos detidos quarta-feira em Paris, disse o procurador de Paris, François Molins. No entanto, o Washington Post contradiz o procurador e noticía que Abaaoud foi morto durante a intervenção policial, citando duas fontes das secretas francesas.

Pelo menos dois corpos foram encontrados nos apartamentos em Saint-Denis, no norte de Paris, após uma troca de tiros com a polícia, mas ainda não foram identificados pelas autoridades, acrescentou o procurador.

Os dois corpos podem pertencer a Abdelhamid Abaaoud, o cérebro estratégico dos atentados de Paris, e a Salah Abdeslam, o cérebro operacional dos ataques, mas o Procurador diz que isso não pode ser confirmado enquanto os corpos não forem identificados.

Oito pessoas, e não sete como inicialmente a polícia tinha divulgado, foram detidas pelas forças de segurança durante a operação em Saint-Denis.

Segundo François Molin, os serviços de informações acreditam que Abaaoud, o alegado cérebro do ataque terrorista de sexta-feira em Paris, esteve no apartamento.

Durante o tiroteio uma mulher detonou o colete armadilhado que trazia vestido. O cadáver da jovem “não está em condições de ser identificado”, disse ainda o procurador francês.

“Não posso precisar o número e as identidades dos elementos que foram abatidos. Há pelo menos dois mortos, mas as verificações vão demorar mais tempo do que se esperava”, concluiu.

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou no sábado, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram 129 mortos, entre os quais dois portugueses.

Os ataques, perpetrados por pelo menos oito terroristas, sete dos quais morreram, ocorreram em vários locais da capital francesa, entre eles a célebre sala de espectáculos parisiense Bataclan e o Estádio de França, onde decorria um jogo de futebol amigável entre as selecções da casa e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "um acto de guerra" e “ataques terroristas sem precedentes no país”.


Notícias relacionadas