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Paris/Atentados : Presidente afirma que ataques foram "acto de guerra" do Estado Islâmico
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online

Paris/Atentados : Presidente afirma que ataques foram "acto de guerra" do Estado Islâmico

Paris/Atentados : Presidente afirma que ataques foram "acto de guerra" do Estado Islâmico

Foto: AFP
Mundo 14.11.2015 Do nosso arquivo online

Paris/Atentados : Presidente afirma que ataques foram "acto de guerra" do Estado Islâmico

O presidente francês declarou hoje que os atentados de sexta-feira à noite em Paris, que causaram pelo menos 127 mortos, foram "um acto de guerra" de "um exército terrorista", do movimento do Estado Islâmico (EI).

O presidente francês declarou hoje que os atentados de sexta-feira à noite em Paris, que causaram pelo menos 127 mortos, foram "um acto de guerra" de "um exército terrorista", do movimento do Estado Islâmico (EI).

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou hoje, em comunicado, os atentados terroristas em Paris, que causaram pelo menos 127 mortos e 180 feridos.

François Hollande pediu aos franceses "unidade e sangue-frio", ao mesmo tempo que decretou o "luto nacional por três dias", na sequência dos ataques terroristas de sexta-feira.

"O que aconteceu ontem [sexta-feira] é um acto de guerra (...) que foi cometido pelo EI, organizado a partir do exterior e com cúmplices interiores que o inquérito deverá estabelecer", declarou, no Eliseu, Hollande.

Estes ataques foram "um acto de guerra... cometido por um exército terrorista (...) contra a França, contra aquilo que somos, um país livre", declarou.

Hollande acrescentou que vai falar na segunda-feira no parlamento, para informar sobre as medidas a adoptar.

Pelo menos 127 pessoas morreram e 180 ficaram feridas, 80 dos quais em estado crítico, em diversos atentados em Paris, na sexta-feira à noite, segundo fontes policiais francesas.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para levar a cabo os atentados, morreram, segundo as mesmas fontes.

Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espectáculos e o estádio nacional, onde decorria um jogo de futebol entre as selecções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

(Lusa)


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