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Papa Francisco expressa proximidade ao povo da Nicarágua após ataque contra catedral
Mundo 02.08.2020

Papa Francisco expressa proximidade ao povo da Nicarágua após ataque contra catedral

Papa Francisco expressa proximidade ao povo da Nicarágua após ataque contra catedral

Foto: AFP
Mundo 02.08.2020

Papa Francisco expressa proximidade ao povo da Nicarágua após ataque contra catedral

Lusa
Lusa
O cardeal Leopoldo Brenes, arcebispo de Manágua, falou num “ato terrorista” e de ódio à Igreja Católica.

O Papa Francisco manifestou hoje a sua proximidade ao povo da Nicarágua, dois dias após um ataque contra a catedral de Manágua, que queimou na totalidade um crucifixo histórico de culto católico.

“Penso no povo da Nicarágua, que sofre por causa do atentado à catedral de Manágua, onde ficou muito danificada e praticamente destruída uma imagem de Cristo, muito venerada, que acompanhou e sustentou durante séculos a vida daquele povo fiel. Caros irmãos da Nicarágua, estou próximo e rezo por vós”, lamentou o pontífice, a partir da janela do Palácio Apostólico, logo depois da recitação da oração do Angelus.

A catedral de Manágua, capital da Nicarágua, foi atingida na sexta-feira por um engenho explosivo, que provocou um incêndio na Capela do Sangue de Cristo, destruindo o crucifixo que ali era venerado, não tendo o ataque provocado feridos.


Cardeal Jean-Claude Hollerich nomeado pelo Papa para o Conselho de Diálogo
Jean-Claude Höllerich foi o primeiro luxemburguês nomeado cardeal e é o atual presidente da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia desde março de 2018.

O cardeal Leopoldo Brenes, arcebispo de Manágua, falou num “ato terrorista” e de ódio à Igreja Católica, denunciando que tem sido perseguida pelos apoiantes do Presidente Daniel Ortega nos últimos meses, procurando “intimidá-la na sua missão evangelizadora”.

Este é o último exemplo de uma onda de profanação contra os templos católicos, iniciada desde que o clero anunciou a suspensão do maior festival popular da Nicarágua, em honra de Santo Domingo de Guzmán, devido à pandemia de covid-19, quando algumas instituições do Governo tomavam como garantida a sua realização.

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