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Nova Zelândia volta a confinar depois de primeiro caso local em vários meses
Mundo 2 min. 17.08.2021 Do nosso arquivo online
Covid-19

Nova Zelândia volta a confinar depois de primeiro caso local em vários meses

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Nova Zelândia volta a confinar depois de primeiro caso local em vários meses

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Nova Zelândia volta a confinar depois de primeiro caso local em vários meses

País tem sido apontado como um dos mais bem sucedidos no combate à pandemia, mas também um dos mais exigentes nas medidas aplicadas.

A Nova Zelândia vai voltar a confinar despois de ter sido detetado o primeiro caso local desde fevereiro.

As autoridades de saúde neozelandesas revelaram que o doente infetado foi detetado em Auckland, a cidade mais populosa do país, com 1,7 milhões de habitantes, não havendo ligação conhecida ao exterior.  


A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, não exclui, no entanto, a suspensão da 'bolha' caso a situação piore.
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Medida afeta os habitantes que se desloquem entre os dois países. Para os viajantes estrangeiros o isolamento de duas semanas mantém-se obrigatório.

Por isso, a primeira -ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou um confinamento de três dias para o país, que começa a partir da meia-noite desta terça-feira, e de sete dias para Auckland e a região vizinha de Coromandel. 

"Atacar cedo e de forma dura tem funcionado connosco", afirmou, em conferência de imprensa a governante daquele que é um dos países frequentemente apontados como um dos mais bem sucedidos do mundo no combate à pandemia e à transmissão do vírus SARS-Cov-2.

Segundo Jacinda Arden, as autoridades acreditam que o caso positivo agora identificado é a da variante delta, acrescentando que a estirpe "tem sido considerada um fator de mudança do jogo [contra a pandemia], e é". 

O último surto comunitário na Nova Zelândia tinha-se registado em fevereiro e vários meses que o país tinha regressado à vida normal, embora ainda mantenha as suas fronteiras encerradas.

A Nova Zelândia diagnosticou pouco mais de 2.900 casos de covid-19 desde o início da pandemia e apenas 26 mortes provocadas pela doença.


A vida normal dos portugueses nos países que baniram a covid
Quando vêem as notícias de Portugal parece que estão a seguir uma série de ficção e horror. Na Nova Zelândia e Austrália distribuem-se abraços e beijos, continua-se a ir aos restaurantes e discotecas e as máscaras só se usam em casos especiais, como contam portugueses que residem nestes dois países.

O Governo neozelandês planeia abrir as fronteiras aos viajantes internacionais no início do próximo ano, mas de forma cautelosa, anunciou o executivo no final da semana passada.  

Jacinda Ardern indicou que a partir do primeiro trimestre do próximo ano, o país deverá começar a permitir que os viajantes cheguem, mas no âmbito de uma gestão cautelosa.  

"Enquanto a pandemia continua a grassar no estrangeiro, e o vírus continua a mudar e a sofrer mutações, a melhor coisa que podemos fazer é preservar o que alcançámos até à data, mas mantendo as nossas opções em aberto".  

 A abertura das fronteiras está dependente da conclusão da campanha de vacinação na Nova Zelândia que deverá acontecer no final do ano, mas cujo desenvolvimento tem sido muito mais lento do que na maioria das nações desenvolvidas.  

Na última semana, o país decidiu adiar a segunda inoculação com a vacina Pfizer para acelerar a administração das primeiras doses e abranger mais pessoas, à medida que a ameaça da variante delta cresce e parece ter agora atingido o território.

Desde o início da pandemia, a Nova Zelândia diagnosticou pouco mais de 2.900 casos de covid-19 e apenas 26 mortes provocadas pela doença.

Com agências



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