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NATO promete apoio a Kiev após anexação ilegal "do tamanho de Portugal"
Mundo 30.09.2022
Rússia

NATO promete apoio a Kiev após anexação ilegal "do tamanho de Portugal"

O secretário-geral da NATO, o norueguês Jens Stoltenberg.
Rússia

NATO promete apoio a Kiev após anexação ilegal "do tamanho de Portugal"

O secretário-geral da NATO, o norueguês Jens Stoltenberg.
Foto: AFP
Mundo 30.09.2022
Rússia

NATO promete apoio a Kiev após anexação ilegal "do tamanho de Portugal"

Lusa
Lusa
“A Ucrânia tem o direito de retomar estes territórios agora ocupados pela força e iremos apoiá-la para que continue a libertá-los”, afirmou o secretário-geral da NATO.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, assegurou esta sexta-feira que a anexação ilegal pela Rússia de quatro províncias ucranianas, com "uma área aproximadamente do tamanho de Portugal", não altera o compromisso da Aliança em apoiar a Ucrânia.

“Esta é a maior tentativa de anexação de território europeu pela força desde a Segunda Guerra Mundial. Cerca de 15% do território da Ucrânia, uma área aproximadamente do tamanho de Portugal, foi tomado ilegalmente pela Rússia com a ponta da pistola”, declarou Stoltenberg em conferência de imprensa e após o Presidente russo, Vladimir Putin, ter anunciado a incorporação na Rússia das regiões de Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson.


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O chefe da NATO considerou que a guerra na Ucrânia está num “momento decisivo”, definiu a anexação “ilegal e ilegítima” desses territórios como “a mais séria escalada” desde o início da guerra, e garantiu que os membros da organização militar ocidental jamais reconhecerão estas anexações.

“A Ucrânia tem o direito de retomar estes territórios agora ocupados pela força e iremos apoiá-la para que continue a libertá-los”, afirmou.

Stoltenberg também advertiu que a eventual utilização pela Rússia da arma nuclear terá “graves consequências”.

O chefe dos aliados também comentou o pedido de adesão acelerada da Ucrânia à NATO anunciado pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pouco depois de a Rússia ter anexado quatro regiões ucranianas, ao indicar que essa decisão “requer a unanimidade” dos 30 Estados-membros.

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