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Não há militares portugueses feridos após bombardeamento no Iraque
Mundo 08.01.2020 Do nosso arquivo online

Não há militares portugueses feridos após bombardeamento no Iraque

Não há militares portugueses feridos após bombardeamento no Iraque

Imagem: AFP
Mundo 08.01.2020 Do nosso arquivo online

Não há militares portugueses feridos após bombardeamento no Iraque

Um grupo de 35 militares portugueses encontra-se estacionado na base militar de Besmayah, a cerca de 40 quilómetros da capital do Iraque. A televisão estatal iraniana avança que 80 "terroristas americanos" foram mortos no ataque.

Esta quarta-feira, o Irão bombardeou duas bases militares norte-americanas no Iraque, uma ação considerada uma operação de vingança na sequência da morte do general Qassem Soleimani.

A televisão estatal iraniana avança que 80 "terroristas americanos" foram mortos no ataque. Não há feridos entre os militares portugueses estacionados no Iraque, de acordo com as informações divulgadas ao jornal Expresso, por uma fonte do Ministério da Defesa.

Segundo o jornal português, existem 35 portugueses estacionados na base militar de Besmayah, a cerca de 40 quilómetros da capital do Iraque, Bagdade. O grupo de militares portugueses faz parte da missão da coligação internacional, liderada pelos norte-americanos.  


Trump garante que “está tudo bem” e diz que fala hoje
Mais de uma dúzia de mísseis iranianos foram lançados esta quarta-feira de madrugada contra duas bases iraquianas, em Ain al-Assad e Arbil, que albergam tropas norte-americanas. Uma ação considerada uma operação de vingança na sequência da morte do general Qassem Soleimani.

A base aérea de Ain al-Assad foi a primeira utilizada pelos forças militares norte-americanas após a invasão do Iraque em 2003 destinada a derrubar Saddam Hussein. As forças dos EUA permaneceram estacionadas no local quando foi desencadeado o combate no Iraque e na Síria contra o grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico.

O Irão ameaçou ainda atacar “no interior dos EUA", “Israel” e “aliados dos EUA”, segundo os Guardas da Revolução, na eventualidade de haver uma retaliação norte-americana.

A autoridade federal norte-americana para a aviação (FAA, na sigla em inglês) defendeu a restrição do espaço aéreo no Golfo Pérsico, mencionando o “potencial para más identificações e maus cálculos”. 


Syrian demonstrators burn the US flag as they gather in the central Saadallah al-Jabiri square in the northern Syrian city of Aleppo on January 7, 2020, to mourn and condemn the death of Iranian military commander Qasem Soleimani, and nine others in a US air strike in Baghdad. (Photo by - / AFP)
Irão bombardeia base militar dos Estados Unidos
Pelo menos três dezenas de mísseis atingiram duas bases no Iraque, que abrigam forças militares norte-americanas, informou a Al Mayadeen TV.

Em comunicado, a FAA proibiu aviões e pilotos norte-americanos de voarem sobre áreas do Iraque, Irão, do Golfo Pérsico e do Golfo de Omã.

Com Lusa


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