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Moselle reforça restrições e entra na "zona vermelha"
Mundo 16.10.2020

Moselle reforça restrições e entra na "zona vermelha"

Moselle reforça restrições e entra na "zona vermelha"

Foto: Lex Kleren
Mundo 16.10.2020

Moselle reforça restrições e entra na "zona vermelha"

Face ao crescente número e novos casos de covid-19, o uso de máscara obrigatório foi alargado a toda a cidade de Metz, Montigny-lès-Metz e Thionville.

"A situação deteriorou-se subitamente nos últimos dez dias" na Moselle e, por isso mesmo, o prefeito da região francesa, Laurent Touvet, decidiu aplicar um conjunto de novas restrições para conter a propagação do novo coronavírus. 

A partir deste sábado, qualquer visita a Metz sem a devida proteção facial é impensável. Obrigatória apenas no centro, a máscara passa a ser regra em todos os metros quadrados da cidade. A obrigatoriedade estende-se também às cidades de Montigny-lès-Metz e Thionville, como detalhou Laurent Touvet em entrevista à France Bleu.

Bares e restaurantes mantêm as portas abertas com novas regras. Tal como já acontece na Alemanha, os clientes vão passar a ter de preencher um formulário com os dados de contacto para facilitar um eventual rastreio. À mesa só podem estar, no máximo seis pessoas. 

Para grandes eventos, a região que faz fronteira com o Grão-ducado, mantém a bitola em 5 mil pessoas, desde que estejam asseguradas as distâncias de seguraça de mais de 1 metro. 

"A partir da manhã de sábado, na via pública, não haverá reuniões de mais de seis pessoas, nem festas familiares ou de amigos em salões e teatros. Nesses locais, as reuniões serão possíveis desde que as pessoas permaneçam sentadas, ocupando todos os outros lugares, e que nunca tirem as suas máscaras. Ou seja, já não se pode ter um aperitivo ou uma bebida amigável neste tipo de sala", resumiu o prefeito. 

Neste 15 de uutubro, a taxa de incidência do novo coronavírus na Moselle era de 90,6 por 100 mil habitantes, com 61 pacientes hospitalizados, incluindo 12 em cuidados intensivos. 

"Estamos a entrar numa zona perigosa, o que requer medidas enérgicas. Estamos a entrar numa zona vermelha, fomos classificados na quinta-feira como uma zona de alta vulnerabilidade, depois há vários graus nas zonas vermelhas. Quando chegarmos aos 150, será o alerta reforçado e provavelmente haverá novas medidas a serem tomadas", vincou Laurent Touvet, em tom de aviso. 


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