Escolha as suas informações

Merkl termina quarentena sem sinais de covid-19
Mundo 03.04.2020

Merkl termina quarentena sem sinais de covid-19

Merkl termina quarentena sem sinais de covid-19

Kay Nietfeld/dpa
Mundo 03.04.2020

Merkl termina quarentena sem sinais de covid-19

Há catorze dias em casa, Angela Merkel vai continuar a liderar o país por videoconferência apesar dos três testes terem descartado a hipótese de estar infetado pelo novo coronavírus.

A chanceler alemã regressou esta sexta-feira à sede do governo, onde vai continuar a liderar o país por videoconferência. Em quarentena há precisamente 14 dias, Angela Merkl fez três testes para despistar a doença que provoca infeções respiratórias severas, depois de ter contactado com um médico infetado. Sem sinais da covid-19, Merkl confessa ter vivido com alguma dificuldade o período de auto isolamento que cumpriu em casa, em Berlim.  

"Infelizmente, o número diário de novas infeções não nos dá motivos para relaxar ou relaxar as regras", sublinhou. 

A chanceler registou um ressurgimento da sua popularidade entre os alemães desde o início do surto, que consideraram boa a forma como geriu a crise, sendo que a Alemanha tem uma taxa de mortalidade causada pela covid-19 menor do que a dos seus vizinhos europeus.

O Instituto Robert Koch, o centro de epidemiologia da Alemanha, anunciou que as medidas restritivas que estarão em vigor até, pelo menos, 19 de abril, já começaram a surtir efeito, retardando a propagação do novo coronavírus.

Atualmente, segundo o mesmo instituto, a Alemanha tem 79.696 casos de pessoas infetadas pelo coronavírus e 1.017 mortes.

 O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 190.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 525 mil infetados e mais de 37 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 13.915 óbitos em 115.242 casos confirmados até quinta-feira.

com Lusa 

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas