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Media franceses citam o exemplo de desconfinamento no Luxemburgo
Mundo 2 min. 19.04.2020

Media franceses citam o exemplo de desconfinamento no Luxemburgo

Media franceses citam o exemplo de desconfinamento no Luxemburgo

Foto: Guy Wolff
Mundo 2 min. 19.04.2020

Media franceses citam o exemplo de desconfinamento no Luxemburgo

Redação
Redação
O exemplo da estratégia de desconfinamento luxemburguesa foi hoje apresentada na TF1 e no site LePoint.fr.

O exemplo da estratégia de desconfinamento do Luxemburgo foi hoje citado nos órgãos de comunicação social franceses. O jornal das 13:00 deste domingo da TF1 ou o site LePoint.fr fizeram peças sobre o tema.  

O jornal da principal estação de televisão francesa emitiu uma reportagem sobre a distribuição de máscaras feita pelo exército luxemburguês às pequenas e médias empresas, antes de uma retoma gradual das actividades comerciais e dos estaleiros de construção no Luxemburgo. Nas notícias sublinha-se que o regresso ao trabalho será acompanhado de uma campanha massiva de testes que o governo acompanhará.

Além disso, cada agregado familiar receberá várias máscaras, ao contrário da França ou da Bélgica, onde não está prevista qualquer distribuição pública. 

Em França, são antes as comunas que se organizam, como na Meurthe-et-Moselle. 

A abertura das escolas e universidades deve seguir-se nas semanas seguintes, desde que os luxemburgueses "respeitem o uso de máscaras onde a distância social de dois metros não possa ser aplicada". 

O site Lepoint.fr sublinha que com a abertura cautelosa de lojas do lado luxemburguês da fronteira acessíveis aos trabalhadores fronteiriços franceses que tenham um certificado de trabalho. 

A França só deverá seguir o exemplo 22 dias mais tarde, se a pandemia for controlada em França. 

Durante as próximas semanas, a França vai observar a situação no Luxemburgo e a evolução do vírus no Grão-Ducado após a desconfinamento. 

O início do novo ano escolar irá variar de país para país: no Luxemburgo serão as crianças mais velhas que irão primeiro à escola, enquanto em França serão as crianças mais novas que regressarão primeiro à escola. Outra prova de que a crise não foi cientificamente concertada entre os Estados-Membros, segundo um diplomata alemão, como assinala o LePoint.fr num vídeo.  

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